Campos Neto reitera que eventual ajuste na Selic será residual

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reiterou nesta segunda-feira que um eventual ajuste futuro na Selic será residual e que novas informações sobre a evolução da pandemia de coronavírus e uma diminuição das incertezas fiscais serão essenciais para seus próximos passos.
A mensagem, que vem sendo repetida pelo BC desde que cortou em junho a taxa básica de juros em 0,75 ponto, ao patamar atual de 2,25% ao ano, consta em apresentação de Campos Neto publicada pelo BC por conta de sua participação em reunião fechada com investidores promovida pelo Santander.
No documento, o BC voltou a exibir gráfico de vendas no varejo da Cielo, desta vez atualizado até 11 de julho, para reforçar mensagem de que dados preliminares de varejo indicam recuperação parcial do setor.
A linha de venda de bens não duráveis, que num gráfico até 4 de julho passou a caminhar no campo positivo --ou seja, mostrando crescimento do faturamento nominal-- seguiu nessa trajetória nos dias subsequentes.
Campos Neto também repetiu que as saídas de capital do país vão se acomodar e que as contas externas vão melhorar.
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