UE irá limitar exportações para Hong Kong após repressão chinesa

BRUXELAS (Reuters) - A União Europeia (UE) irá limitar suas exportações para Hong Kong de tecnologias que poderiam ser usadas para repressão ou vigilância em massa, afirma um documento do bloco econômico visto pela Reuters.
Mencionando "grande preocupação" em razão de uma ampla lei de segurança nacional imposta pela China à ex-colônia britânica de Hong Kong, os 27 Estados da UE concordaram nesta sexta-feira com uma série de sanções, incluindo restrições comerciais e uma revisão dos acordos sobre vistos com o território.
O documento, respaldado pelos embaixadores da UE, informa que o bloco "examinará e limitará ainda mais as exportações de equipamentos e tecnologias sensíveis para uso final em Hong Kong, em particular onde houver motivos para suspeitar de uso indesejável relacionado à repressão interna, a interceptação de comunicações internas ou de cibersegurança".
O documento visto pela Reuters deve entrar em vigor na terça-feira. Hong Kong teve ampla autonomia garantida quando retornou ao domínio chinês, em 1997.
(Por Gabriela Baczynska)
0 comentário
Lula diz que só falará de tarifaço após manifestação de Trump e que ninguém vencerá o Brasil mentindo
Tarifa de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros amplia incertezas para exportadores e reforça necessidade de diversificação de mercados
Durigan diz que não cabe falar em retaliação aos EUA por tarifas, mas governo avalia reciprocidade
S&P 500 e Nasdaq recuam com perdas no setor de chips; Netflix registra queda
Rússia intensifica ataques a portos ucranianos no Mar Negro, 3 pessoas morrem
Ibovespa hesita com exterior negativo, mas apoio de Petrobras