Indústria de veículos tem maior venda de 2020 em dezembro, diz Fenabrave

Por Alberto Alerigi Jr.
SÃO PAULO (Reuters) - Os licenciamentos de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus novos no Brasil em dezembro subiram 8,4% na comparação com novembro, para 244 mil unidades, maior volume mensal do ano de 2020, segundo dados divulgados nesta terça-feira pela associação de concessionários Fenabrave.
Antes de dezembro, o maior volume mensal de emplacamentos do ano passado havia ocorrido em novembro, com 225 mil unidades.
Na comparação com dezembro de 2019, as vendas do mês passado recuaram 7,1%, acumulando no ano como um todo recuo de 26,2%, a 2,06 milhões de unidades, segundo os dados da entidade.
Por segmento, os licenciamentos de carros e comerciais leves tiveram alta de cerca de 9% na comparação com novembro, para 232,8 mil unidades. Os emplacamentos de caminhões somaram 9,64 mil unidades, aumento de 6,8% na mesma comparação. As vendas de ônibus novos mantiveram tendência negativa e caíram 11%, para 1,5 mil veículos.
Segundo os dados da Fenabrave, o grupo de montadoras de veículos FCA, formado pelas marcas Fiat e Jeep, teve vendas de cerca de 432 mil carros e comerciais leves em 2020, liderando o mercado brasileiro. Incluindo os números de Peugeot e Citröen, que estão em processo de fusão com a FCA para a formação da Stellantis, as vendas do grupo atingiram no ano passado quase 459 mil unidades.
Em seguida, a General Motors registrou 338,55 mil licenciamentos, enquanto o grupo Volkswagen, incluindo as vendas da Audi e VW/Man, teve 338 mil emplacamentos no ano passado.
0 comentário
Dólar fecha no maior valor do ano e acumula alta de 9,15% na semana pós-eleição
Ibovespa tem pior semana desde a pandemia com ajustes pós-eleição
Taxas dos DIs encerram semana com altas acumuladas de mais de 250 pontos-base após vitória de Lula
Debate sobre ajuste fiscal esbarra em resistências de aliados de Lula na largada
Ações europeias recuam por preocupações com IA ao fim de melhor mês desde junho
Ibovespa recua com exterior reforçando ajuste negativo pós-eleição