OMS Europa pede flexibilidade segura no intervalo de doses da vacina contra Covid-19

Os países europeus que estão aplicando a vacina da Pfizer-BioNTech contra Covid-19 devem ser flexíveis sobre o tempo entre a primeira e a segunda doses, disse nesta quinta-feira o diretor da Organização Mundial da Saúde para a região.
Os comentários de Hans Kluge, da OMS, ocorrem no momento em que alguns países, incluindo Reino Unido, estão tentando compensar o baixo estoque de vacinas estendendo o intervalo entre a primeira e a segunda doses em até 12 semanas e considerando volumes menores de algumas vacinas.
Kluge disse que é importante encontrar um equilíbrio entre aproveitar ao máximo os suprimentos limitados e proteger o maior número de pessoas possível.
"É importante que tal decisão represente um compromisso seguro entre a capacidade de produção global limitada no momento e o imperativo para que os governos protejam o maior número possível de pessoas enquanto reduzem a pressão de qualquer onda subsequente nos sistemas de saúde", disse ele em briefing.
As propostas para prolongar o intervalo entre a primeira e a segunda doses têm gerado um intenso debate entre os cientistas. A Pfizer e a BioNTech alertaram que não têm evidências de que a vacina continuaria a ser protetora se a segunda dose fosse administrada mais de 21 dias após a primeira.
A UE aprovou o uso emergencial da vacina Pfizer-BioNTech há duas semanas e centenas de milhares de europeus a tomaram desde o início da campanha, há pouco mais de uma semana.
(Reportagem de John Miller e Kate Kelland)
0 comentário
JPMorgan reduz previsão de lucro para Banco do Brasil e corta preço-alvo da ação para R$22
Risco de restrição pontual de diesel volta ao radar no Brasil diante de defasagem da Petrobras
Nasdaq e S&P 500 sobem antes da decisão do Fed
Dólar opera perto da estabilidade em sessão ainda sem direção única no exterior
JD Vance, vice-presidente dos EUA, diz que guerra contra o Irã entrará em nova fase
Palavras de Warsh podem ter mais peso do que esperado aumento da taxa de juros pelo Fed