Pfizer pede aprovação dos EUA para facilitar manuseio de vacina contra Covid-19

(Reuters) - A Pfizer e a BioNTech apresentaram novos dados de temperatura à Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) que, como disseram nesta sexta-feira, poderiam permitir que sua vacina contra Covid-19 seja armazenada em refrigeradores de farmácia, e não em instalações de armazenamento ultrafrias.
Se aprovadas, as exigências de armazenamento menos onerosas ofereceriam um alívio logístico considerável para a distribuição da vacina, particularmente em países de renda mais baixa que não têm a infraestrutura necessária.
A vacina Pfizer/BioNTech, assim como a vacina de duas doses da Moderna, obteve autorização de uso emergencial nos EUA e está sendo distribuída amplamente, parte dos esforços de vacinação em massa do país.
Os dados novos foram encaminhados à FDA em apoio a uma proposta de atualização do selo de uso emergencial atual que permitiria que as ampolas de vacina sejam armazenadas entre 25 e 15 graus Celsius negativos por até duas semanas como alternativa ao armazenamento em um congelador de temperatura ultrabaixa.
"Os dados apresentados podem facilitar o manuseio de nossa vacina em farmácias e proporcionar uma flexibilidade ainda maior a centros de vacinação", disse o presidente-executivo da BioNTech, Ugur Sahin.
O selo atual da Pfizer/BioNTech exige que a vacina seja armazenada em um congelador ultrafrio com temperaturas entre -80ºC e -60ºC, e a empresa pede que seja transportada em contêineres especiais.
(Por Manojna Maddipatla em Bengaluru e Ludwig Burger em Frankfurt)
0 comentário
Irã diz que contatos para encerrar guerra seguem após negociações sem avanços
Crescimento da indústria na Zona Euro desacelera em outubro, mas continua sólido, segundo o PMI
Petrobras aumenta preços de combustível de aviação
Dólar fecha no maior valor do ano e acumula alta de 9,15% na semana pós-eleição
Ibovespa tem pior semana desde a pandemia com ajustes pós-eleição
Taxas dos DIs encerram semana com altas acumuladas de mais de 250 pontos-base após vitória de Lula