Confiança do consumidor no Brasil avança em maio, mas FGV ainda cita cautela

Por Luana Maria Benedito
SÃO PAULO (Reuters) - Os consumidores brasileiros mostraram maior confiança em maio na comparação com abril, em meio a melhor percepção tanto sobre o momento atual quanto em relação aos próximos meses, embora pontos de cautela permaneçam no radar, segundo dados divulgados nesta terça-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) ganhou 3,7 pontos em maio, para leitura de 76,2. Juntos, os resultados vistos neste mês e no anterior representam recuperação de 81% da queda sofrida em março.
"Houve ligeira melhora da percepção das famílias sobre o momento atual, que atingiu nível mínimo em março, e aumento das perspectivas em relação aos próximos meses", disse em nota a coordenadora das sondagens, Viviane Seda Bittencourt.
Em maio, o Índice de Situação Atual teve alta de 4,2 pontos, para 68,7 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) avançou 3,2 pontos, para 82,4 pontos.
Ainda assim, "a expectativa das finanças pessoais não avança e o ímpeto para consumo continua muito baixo", alertou Bittencourt, citando também preocupações em relação a divergências entre a população de renda alta e renda baixa.
"Apesar do resultado positivo desse mês ter sido disseminado por todas as classes de renda e capitais, observa-se que consumidores possuem patamares de confiança bastante distintos e a diferença entre classe de renda baixa e alta tem atingido patamares elevados desde o final do ano passado."
0 comentário
Israel e Líbano já iniciaram negociações, diz Departamento de Estado dos EUA
Itália coloca todas as principais cidades em alerta máximo conforme onda de calor se intensifica
Republicanos anuncia neutralidade em eleição presidencial e reduz opções de Flávio para vice
Ibovespa sobe com expectativa de desfecho diplomático no Oriente Médio; Marcopolo desaba quase 8%
EUA veem avanços nas negociações sobre Estreito de Ormuz e esperam chegar a acordo em breve, diz Rubio
S&P 500 e Dow atingem máximas recordes com balanços ligados à IA e expectativas de acordo no Oriente Médio