Relator da MP da Eletrobras diz que parecer reflete visão do governo e Congresso

BRASÍLIA (Reuters) - O relator da MP da Privatização da Eletrobras, senador Marcos Rogério (DEM-RO), afirmou nesta quinta-feira que foi feito todo um esforço de adequação do texto para a aprovação da medida provisória e negou que as emendas acolhidas por ele sejam "jabutis", como são chamados temas desconectados do escopo principal da matéria.
Ao defender a aprovação da MP na votação prevista para esta quinta-feira, o relator disse que seu parecer reflete tanto a visão do governo quanto a visão de senadores, já que alguns deles tiveram sugestões acatadas por Marcos Rogério.
"Não aprovar neste momento também significaria impacto negativo ou impacto para aumento de tarifa de energia, considerando todas as variáveis que circundam esse tema", disse o senador em plenário.
"Todo o esforço feito, tanto no âmbito da Câmara dos Deputados, quanto por esta relatoria aqui no Senado Federal com a colaboração do conjunto de senadores, foi garantir a aprovação da medida provisória, com a capitalização da Eletrobras, devolvendo a ela protagonismo no setor elétrico, capacidade real de investimento, para modernização do parque de geração e de transmissão, e com foco sobretudo na modicidade tarifária, na redução do preço da energia", acrescentou.
A MP precisa ter sua tramitação concluída nas duas Casas até a próxima terça-feira ou perde a validade. Como o parecer de Marcos Rogério promove alterações ao texto produzido pelos deputados, caso seja aprovado, terá de retornar à Câmara para uma segunda votação.
(Reportagem de Maria Carolina Marcello)
0 comentário
Diretora do Fed afirma que a decisão da Suprema Corte protege independência do banco central
Ganhos em tecnologia compensam cautela por Oriente Médio e ações fecham estáveis
Índices de Wall Street sobem após EUA e Irã suspenderem ataques
Ibovespa recua com ação da Cosan entre maiores perdas
Governo central registra déficit primário de R$53,257 bi em maio, em linha com o esperado
Dólar segue perto da estabilidade no Brasil após Irã e EUA suspenderem hostilidades