Wall St recua com pressão de incerteza tributária e perdas no setor de tecnologia
![]()
Por Ambar Warrick
(Reuters) - Os principais índices de ações dos Estados Unidos caíam nesta sexta-feira, com gigantes da tecnologia liderando as perdas, enquanto a incerteza sobre os impostos corporativos mais altos e a próxima reunião do Federal Reserve impediam os operadores de fazer grandes apostas.
O Nasdaq apresentava o pior desempenho entre os principais índices norte-americanos nesta manhã, com uma série de leituras econômicas fortes recentes encorajando os investidores a deixar a tecnologia e entrar em setores expostos ao crescimento.
"(Foi) uma semana volátil e um retorno ao desempenho superior das ações de valor à medida que os sentimento de 'compras nas baixas' ganha espaço, mas não o suficiente para anular a recente fraqueza do mercado", disse Louise Dudley, gerente de portfólio de ações globais da Federated Hermes.
Receios de que um possível aumento nos impostos corporativos possa prejudicar os resultados corporativos também pesavam sobre os mercados, já que líderes democratas na Câmara dos EUA almejam elevar a principal alíquota sobre as empresas a 26,5%, ante 21% atualmente.
O foco também está sobre a reunião do Federal Reserve da semana que vem, com os investidores debatendo se uma série de dados econômicos fortes desta semana poderia estimular o banco central dos EUA a antecipar seu cronograma de redução de estímulo.
Às 11:40 (horário de Brasília), o índice Dow Jones caía 0,51%, a 34.573 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 0,642638%, a 4.445 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuava 0,65%, a 15.083 pontos.
0 comentário
Jovem Pan: Flávio Bolsonaro faz aceno ao agro e promete simplificar o Plano Safra
Acordo Mercosul-UE pode aumentar exportações brasileiras em 13%, diz Alckmin
Ações da China e de Hong Kong fecham em queda com tensões no Oriente Médio
Wall Street sobe com extensão do cessar-fogo no Irã e lucros sólidos
Ibovespa fecha em queda com ajustes e bancos entre maiores pressões
Dólar fecha estável ante o real com guerra no Oriente Médio no foco