Democratas do Senado dos EUA planejam votar limite da dívida após Biden falar sobre fim de obstrução
![]()
Por Andy Sullivan e Susan Cornwell
WASHINGTON (Reuters) - Os democratas do Senado dos Estados Unidos devem tentar de novo nesta quarta-feira ampliar a autoridade de empréstimo do governo para evitar um calote catastrófico, depois que o presidente Joe Biden sugeriu que eles podem mudar as regras da Casa para contornar uma obstrução republicana.
Há meses os republicanos se recusam a ajudar a elevar o limite de empréstimo de 28,4 trilhões de dólares, tentando em vez disso forçar os democratas a usarem uma manobra parlamentar diferente para fazer isso na expectativa de marcar pontos com os eleitores.
Faltando menos de duas semanas para o Departamento do Tesouro provavelmente ficar sem dinheiro para atender aos gastos do governo, os democratas avaliam todas as suas opções.
Biden disse na terça-feira ser uma "possibilidade real" que os democratas possam usar sua pequena maioria para derrubar a regra de obstrução do Senado que exige que 60 dos 100 membros da Casa concordem em aprovar a maior parte das legislações.
Biden, que foi senador, havia se oposto anteriormente a mudanças nas regras de obstrução, cujo objetivo é ajudar a manter a estabilidade do governo através dos ciclos eleitorais.
Se os democratas prosseguirem, eles podem facilmente suspender o teto da dívida antes do prazo de 18 de outubro. Isso evitaria o risco de um calote e lhes permitiria focar em aprovar dois grandes projetos de gastos que compõem a maior parte da agenda doméstica de Biden.
0 comentário
Wall Street sobe com extensão do cessar-fogo no Irã e lucros sólidos
Ibovespa fecha em queda com ajustes e bancos entre maiores pressões
Dólar fecha estável ante o real com guerra no Oriente Médio no foco
Taxas dos DIs sobem ajustando-se a Treasuries e petróleo após feriado no Brasil
EUA esperam obter acordo mais amplo de compras de produtos agrícolas pela China na viagem de Trump
Cessar-fogo completo só faz sentido se não for violado por bloqueio naval dos EUA, diz negociador do Irã