Preços do carvão e coque disparam na China com importações atingidas por Ômicron
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PEQUIM (Reuters) - Os contratos futuros do carvão metalúrgico e do coque chinês avançaram nesta quarta-feira, impulsionados por preocupações com o fornecimento, já que as importações de carvão da Mongólia foram interrompidas pelo recente surto da variante do coronavírus Ômicron.
Algumas cidades fronteiriças na região da Mongólia Interior, na China, e na província de Heilongjiang suspenderam as importações que não sejam por ferrovia, de produtos como carvão, minério de ferro, minério de cobre e zinco para reduzir o risco em meio a um recente ressurgimento de infecções.
"As importações de carvão térmico (da Mongólia) devem cair significativamente, muitos traders aumentaram os preços e devem aumentar ainda mais", escreveram analistas da Galaxy Futures em nota.
Os contratos futuros de carvão metalúrgico mais negociados na Bolsa de Commodities de Dalian, para entrega em maio, chegaram a saltar 7,2%, para 1.999 iuanes (314,10 dólares) a tonelada, e fecharam em alta de 6,1%, a 1.978 iuanes por tonelada.
Os preços do coque seguiram o aumento, com alta de 5,4%, para 2.798 iuanes por tonelada.
Os futuros do minério de ferro de referência na bolsa de Dalian, para entrega em janeiro, subiram 1,6%, para 624 iuanes por tonelada.
Os preços spot de 62% do minério de ferro para entrega na China, compilados pela consultoria SteelHome, ficaram estáveis nesta quarta-feira a 105,5 dólares por tonelada.
O vergalhão de aço para materiais de construção na Bolsa de Futuros de Xangai saltou 4%, para 4.306 iuanes por tonelada.
As bobinas laminadas a quente, usadas em carros e eletrodomésticos, avançaram 3,4%, para 4.720 iuanes por tonelada.
Os futuros do aço inoxidável de Xangai fecharam em alta de 0,2%, a 17.055 iuanes por tonelada.
(Reportagem de Min Zhang em Pequim e Enrico Dela Cruz em Manila)
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