Argentina aumentará tarifas de energia para ajudar a reduzir déficit fiscal, diz fonte
![]()
Por Eliana Raszewski e Nicolás Misculin
BUENOS AIRES (Reuters) - A Argentina autorizou um aumento nas tarifas de eletricidade e gás natural a partir de 2022, informaram uma fonte do governo e a mídia local nesta quarta-feira, em uma tentativa de reduzir os subsídios públicos que ajudaram a aumentar o déficit fiscal do país. Os subsídios do serviço público são uma das maiores despesas do governo. Após anos de recessão, o país renegocia uma dívida de cerca de 45 bilhões de dólares com o Fundo Monetário Internacional (FMI). A redução do déficit é uma das exigências do FMI para dar continuidade ao apoio à Argentina.
Nos primeiros 11 meses de 2021, o déficit fiscal argentino foi de 2,1% do produto interno bruto. As tarifas de eletricidade e gás aumentarão entre 17% e 20% para a maioria dos usuários a partir do início de 2022, disse uma fonte do governo, o que confirmou informações publicadas anteriormente pelos jornais Clarín, Página12 e La Nación. Usuários maiores e com mais dinheiro pagarão os aumentos mais elevados, disse a fonte, que tem conhecimento direto do plano. “O subsídio que existe atualmente será removido para os usuários que têm condições de arcar com o pagamento integral pela energia”, afirmou a fonte.
0 comentário
Lula recupera vantagem sobre Flávio Bolsonaro em eventual 2º turno, empate técnico permanece, mostra Atlas
OCDE vê impulso da IA compensando parcialmente impacto energético do conflito no Oriente Médio
Trump apoia proibição da exportação de diesel conforme preços dos combustíveis atingem níveis recordes
Trump alerta em discurso na ONU que pode “aniquilar” Irã sem um acordo de paz
Dólar fecha estável ante real em meio à expectativa de acordo entre EUA e Irã
Ibovespa fecha em alta com ajuda de Petrobras em dia "de lado"