Ações europeias caem com expectativa por alta de juros nos EUA e sanções
![]()
Por Susan Mathew e Anisha Sircar
(Reuters) - As ações europeias caíram quase 2% nesta quarta-feira, já que investidores lidavam com preocupações duplas sobre a possibilidade de aumentos agressivos de juros nos Estados Unidos prejudicarem o crescimento e mais sanções do Ocidente à Rússia, que podem alimentar ainda mais a inflação.
Encerrando uma sequência de três dias de ganhos, o índice pan-europeu STOXX 600 fechou em queda de 1,53%, a 455,97 pontos, e registrou seu pior dia em quase um mês. As perdas foram amplas e os papéis de tecnologia e viagens foram os que mais pesaram no índice.
A diretora do Federal Reserve Lael Brainard afirmou na terça-feira que espera altas dos juros e redução rápida do balanço do banco central dos Estados Unidos para levar a política monetária a uma "posição mais neutra" neste ano. As declarações provocaram uma liquidação global.
Enquanto isso, os EUA anunciaram uma nova rodada de medidas contra bancos russos, bem como autoridades do Kremlin e seus familiares, nesta quarta-feira. A União Europeia propôs proibir importações de carvão e até petróleo russos na terça-feira.
Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 0,34%, a 7.587,70 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 1,89%, a 14.151,69 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 2,21%, a 6.498,83 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 2,06%, a 24.447,36 pontos.
Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 1,64%, a 8.482,10 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 0,56%, a 6.066,82 pontos.
0 comentário
Bolsonaro tem prisão domiciliar prorrogada por questões de saúde
Dólar acompanha exterior e cai ante o real em sessão com liquidez menor
Ibovespa avança e fecha acima de 174 mil pontos em pregão com volume reduzido sem Wall St
Taxas de DIs caem no Brasil após dados fracos da indústria em sessão sem os Treasuries
Exportações brasileiras de petróleo, minério de ferro e soja avançam em junho
Governo eleva projeção de superávit comercial do Brasil a US$90 bi em 2026 prevendo exportações mais fortes