Tesouro ainda não teve retorno oficial sobre reajuste a servidores, diz secretário
![]()
BRASÍLIA (Reuters) - O Tesouro Nacional elaborou análises sobre eventual reajuste a servidores públicos, mas ainda não recebeu retorno oficial do governo em relação ao tema, disse nesta quinta-feira o secretário do Tesouro, Paulo Valle.
Em entrevista para comentar o resultado fiscal de março, Valle afirmou que entre os cenários avaliados pelo Tesouro está o aumento linear de 5% a todos os servidores federais, a um custo de 6,3 bilhões de reais nesse ano. Ele ressaltou que o Tesouro não é responsável pela decisão.
Na avaliação do secretário, o ideal é que a decisão seja tomada até o final de maio para que haja tempo suficiente para implementação da medida no Orçamento. O limite para essa definição legal é o fim de junho.
Para efetivar os aumentos, o governo precisará enviar ao Congresso e aprovar um projeto de lei de alteração orçamentária prevendo essa despesa em 2022, além de editar uma medida provisória para liberar os reajustes.
A indicação de aumento de 5% não foi bem recebida pelas categorias e diversas carreiras seguem em mobilização.
Na entrevista, Valle também comentou a aprovação pela Câmara da medida provisória do Auxílio Brasil, tornando permanente o piso de 400 reais para o programa. O secretário afirmou que, em consulta preliminar, entende-se que não é necessária compensação para o benefício permanente. Ele ponderou que a área jurídica do Ministério da Economia ainda será consultada.
(Por Bernardo Caram)
0 comentário
Ibovespa fecha acima de 190 mil pela 1ª vez após Suprema Corte dos EUA derrubar tarifas de Trump
Fim das tarifas recíprocas nos EUA redesenha o cenário para commodities e comércio
Dólar cai para R$5,1766 após Suprema Corte dos EUA derrubar tarifas de Trump
Derrubada de tarifas dos EUA é "muito importante" para o Brasil e nova taxação de 10% não afeta competitividade, diz Alckmin
Ao mencionar escolha do chair do Fed, Trump diz que juros deveriam cair substancialmente
Trump anuncia tarifa global temporária de 10% para substituir taxas derrubadas pela Suprema Corte