Ações europeias tocam mínima em 2 meses com queda de setores de viagens e tecnologia
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As ações europeias atingiram mínimas em dois meses nesta segunda-feira, lideradas por setores como viagens e lazer e tecnologia, com uma combinação de preocupações sobre as restrições prolongadas contra a Covid-19 na China e o aumento dos rendimentos dos títulos alimentando a pressão vendedora.
O índice pan-europeu STOXX 600 recuou 2,90%, a 417,46 pontos, para atingir seu menor patamar desde 8 de março, com papéis de viagens e lazer em queda de 6,0%.
As ações de tecnologia cederam 5,0% e chegaram a mínimas desde novembro de 2020, com os retornos dos títulos dos governos de Estados Unidos e Europa saltando a picos em vários anos por apostas de elevações mais rápidas das taxas de juros com o objetivo de conter a inflação.
Robert Holzmann, formulador de política monetária favorável a uma abordagem dura no combate à inflação, disse no fim de semana que o Banco Central Europeu deve subir os juros até três vezes neste ano para combater a alta dos preços.
O índice de referência STOXX 600 perde mais de 5% até agora em maio, conforme medidas sanitárias contra a Covid na China, o aperto agressivo da política monetária e a guerra na Ucrânia alimentam temores sobre uma desaceleração econômica global. O índice recua 15,6% desde que atingiu uma máxima recorde em janeiro.
Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 2,32%, a 7.216,58 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 2,15%, a 13.380,67 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 2,75%, a 6.086,02 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 2,74%, a 22.832,56 pontos.
Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 2,20%, a 8.139,20 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 2,72%, a 5.657,92 pontos.
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