Preço da gasolina registra 3ª alta consecutiva na média nacional e inicia maio a R$ 7,55, aponta Ticket Log

Publicado em 16/05/2022 18:27
Litro do etanol fecha o período a R$ 6,15, alta de 3,69% em relação a abril, e não registra recuo em nenhuma região do País

Dados do último levantamento do Índice de Preços Ticket Log (IPTL), referente aos primeiros dias de maio, apontam que o litro da gasolina comercializado nos postos de abastecimento do País, registrou alta de 0,70% no preço e fechou o período a R$ 7,55. Já o etanol continua registrando altas mais expressivas e fecha os primeiros dias do mês a R$ 6,15, valor 3,69% mais caro, se comparado ao fechamento do mês anterior. “Se compararmos o valor atual com o fechamento de 2021, já estamos pagando 9,5% a mais pela gasolina em 2022 e 6,5% mais caro pelo litro do etanol”, destaca Douglas Pina, Diretor-Geral de Mainstream da Divisão de Frota e Mobilidade da Edenred Brasil.

Apenas cinco Estados de duas Regiões Brasileiras apresentaram baixa no preço da gasolina. No Nordeste, o Rio Grande do Norte registrou redução de 1,28% no preço do combustível; Pernambuco de -0,51%; o Maranhão de -0,21%; e Alagoas de -0,13%. A Região Norte também apresentou baixa no preço, porém somente no Tocantins de -0,12%. Na média para a respectiva região o cenário foi de alta de 0,65% no preço do combustível.

Apesar dos recuos listados, a gasolina que segue liderando com o maior preço médio do País é comercializada nas bombas de abastecimento do Nordeste, a R$ 7,63, alta de 0,66%. A análise da menor média para esse combustível repetiu resultados anteriores e foi registrada na Região Sul, com o litro a média de R$ 7,21. 

Já o etanol não apresentou recuo no preço médio em nenhuma região e o litro mais caro deixou de ser comercializado nos postos do Norte, como ocorreu no fechamento de abril, e passou a ser registrado no Sul neste início de mês, a R$ 6,35, alta de 3,91%. O litro mais barato para o etanol foi novamente encontrado nos postos do Centro-Oeste, a R$ 5,75. 

No recorte por Estado, a Bahia volta ao topo do maior aumento do País para a gasolina (5,16%), que passou de R$ 7,36 para R$ 7,74. A maior média continua sendo comercializada nos postos de abastecimento do Piauí, a R$ 8,17, alta de 0,29%. Já a menor média foi encontrada no Rio Grande do Sul, a R$ 7,02. 

Não houve redução no preço do etanol em nenhum Estado brasileiro e a alta mais expressiva, que no mês passado foi encontrada nos postos de São Paulo, desta vez foi registrada no Ceará, com valor 9,56% mais caro, que passou de R$ 6,13 para R$ 6,71. O litro mais caro para o etanol foi comercializado no Pará, a R$ 6,76, com alta de 1,17%; e o mais barato em São Paulo, a R$ 5,20. 

“De acordo com o levantamento da Ticket Log, os acréscimos no preço do etanol já refletem na análise do combustível mais vantajoso para abastecimento e, nesses primeiros dias do mês, o combustível se apresentou como opção mais favorável apenas para duas cidades do País, Goiás e Mato Grosso, diferentemente do mês passado, que chegou a cinco”, conclui Pina. 

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Fonte:
Ticket Log

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1 comentário

  • Cesar Sandri Mineiros - GO

    Faz arminha agora!!

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      E MAIS APROPRIADO O L DE LADRAO OU VOCE ESQUECEU QUEM TIROU O DINHEIRO DA PETROBRAS QUE ELA PRECISA REPOR---

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    • GERALDO JOSE DO AMARAL GENTILE Ibaiti, Parana, Brasil - PR

      Levando em consideração que a Petrobrás fica, em média, com 30% do preço dos combustíveis na bomba do posto e que 40% em média são impostos estaduais e tarifas, acredito que os maiores responsáveis pelo aumento dos custos sejam os Governadores que recusaram até mesmo manter o ICMS fixo enquanto o governo federal praticamente zerou os impostos federais sobre os combustíveis. Governo Federal procurando ajudar o consumidor. Governos Estaduais procurando faturar mais sobre o aumento do petróleo. Afinal, é ano de eleições.....

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    • Hilario Bussolaro Cascavel - PR

      Pessoal vcs viram algum mercado fechando as portas, algum posto fechando, e é só sair pela cidade vcs vão ver que entre postos de combustível a diferença chega perto de um real por litro de combustível, muitos cupons fiscais ainda tem o imposto federal, o povo não olha o valor do imposto do estado, igual esse retardado do Cezar Sandri falando isso, faz arminha, deveria aprender a olhar o cupom em vez de falar bobagem. O cara da arminha tirou o imposto Zé mané , o ladrão fez porto em cuba e a anta comprou uma refinaria nos Estados Unidos, uma sucata que ninguém queria mais em vez de construir uma aqui no país. Até quando esses imbecis vão continuar a defender quem roubou o país, será que só quando uma Venezuela ou a Argentina entrar aqui é que vão ver a realidade

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. HILARIO... O QUE ELE TEM EM EXCESSO É "FALTA DE NEURÔNIOS" !!!

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    • Hilario Bussolaro Cascavel - PR

      Vc só não mais retardo paulo por falta de.espaco na cabeça deve tar cheia de merda que o Lula colocou ali vai no vaso da uma.descarga quem sabe alivia

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      SEO Hilario… Acho que o Sr. não entendeu o meu comentário… A FALTA DE NEURÔNIOS É NA CABEÇA DO CESAR SANDRI !!!

      KkkkkKk

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    • Otávio Perrone Santos Casa Branca - SP

      A gasolina está aumentando faz um bom tempo, primeiro por causa da desvalorização da moeda e agora pela alta nos preços do petróleo. Não é ICMS, que apesar de contribuir, não é isso que fez aumentar o preço e sim a política de preços da petrobras que na minha opinião está correta. Agora o que poderia ser feito pra reduzir os preços bas bombas era 1. Usar os dividendos da petro para tentar amenizar o impacto do preço nas bombas ou 2. aproveitar que a cotação do papel está no maior preço histórico e vender a empresa, pegar a grana e distribuir o recurso entre os brasileiros (de preferência os mais pobres). Como as refinarias da petro não tem capacidade de refinar o petróleo que produzimos por falta de investimento em tecnologia para isso, vamos ficar a mercê desse movimento de alta e agora com a política de ESG investimento em petróleo não faz muito sentido até pq a matriz energética deve mudar nos próximos 20 a 50 anos.

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      Sr Otavio ê exatamente o 2 que estao fazendo---- A Petrobras tinha em 2020 160 bilhoes de dividas em 2021 reduziu a divida para 59,6 bilhoes, descontados os 6 bilhoes devolvidos pela lava jato, sobrou 53,6 que este ano já liquidou tudo---

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    • Hilario Bussolaro Cascavel - PR

      Sr Paulo me.desculpe pelo meu erro, e que as vezes dá tanta raiva desse débeis mentais que tira a gente só sério,mais uma.vez perdão pelo meu erro

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    • Hilario Bussolaro Cascavel - PR

      Sr Carlos tem ainda a dívida da.petrobras com os investidores estrangeiros que e muito alta essa ainda não foi paga,ou seja.o.presidente pode interferir na Petrobrás aí eles condenam a Petrobrás indenizar os investidores e quem paga e o povo isso e.brasil

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