Ações europeias caem após dados empresariais aprofundarem preocupações sobre desaceleração
![]()
As ações europeias fecharam em baixa nesta terça-feira, acompanhando perdas nas bolsas globais após dados de expansão de negócios para maio renovarem preocupações dos investidores sobre a desaceleração do crescimento econômico e o aperto da política monetária.
O índice pan-europeu STOXX 600 fechou em queda de 1,14%, a 431,58 pontos, e devolveu quase todos os ganhos de segunda-feira.
O crescimento empresarial na zona do euro desacelerou neste mês e a escassez de matérias-primas impediu a expansão na indústria, de acordo com dados preliminares do Índice de Gerentes de Compras (PMI). Isso aumentou as preocupações com o crescimento global.
"As nuvens estão se acumulando acima da economia da zona do euro", disse Bert Colijn, economista sênior para zona do euro do ING. "E a questão é realmente por quanto tempo o setor de serviços pode continuar lucrando com os consumidores... já que também vemos que o poder de compra está sob extrema pressão devido à inflação alta."
Todos os principais setores registraram declínios amplos, com ações de luxo e varejistas, que são afetadas quando a renda disponível é reduzida, na lanterna.
O STOXX 600 recua mais de 12% em relação às máximas deste ano, atingidas no início de janeiro.
Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 0,39%, a 7.484,35 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 1,80%, a 13.919,75 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 1,66%, a 6.253,14 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 1,08%, a 23.876,08 pontos.
Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 0,06%, a 8.631,20 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 valorizou-se 0,85%, a 6.130,90 pontos.
0 comentário
Ibovespa fecha em queda descolado de NY com investidor à espera de decisão dos EUA sobre tarifas
Dólar fica estável no Brasil com política doméstica e tarifa dos EUA no foco dos investidores
Ibovespa fecha em queda descolado de NY com Engie entre maiores quedas; B3 sobe
Trump, questionado se Irã tem um prazo, afirma que não gosta de prazos
Principal negociador do Irã diz que Teerã não tem motivos para respeitar memorando com EUA sem benefícios
FMI diz estar trabalhando para avaliar melhor riscos de dívida interna para países de baixa renda