Alckmin defende combinação entre teto, dívida e resultado primário para âncora fiscal
![]()
BRASÍLIA (Reuters) - O vice-presidente eleito Geraldo Alckmin, coordenador da transição para o governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, disse nesta terça-feira que uma nova âncora fiscal será debatida no ano que vem e defendeu um modelo que combine teto de gastos, evolução da dívida pública e resultado primário.
"Isso (âncora fiscal) vai ter que ser discutido, porque a partir de 2023 a emenda constitucional propõe uma revisão", disse Alckmin a jornalistas em Brasília.
"O ideal seria fazer uma combinação entre o teto, evolução da dívida e o resultado do primário, uma combinação das três coisas", defendeu.
O vice eleito também disse que Lula ainda tem 40 dias para anunciar os nomes dos ministros de seu futuro governo e afirmou que não há motivo para apressar esses anúncios.
(Reportagem de Lisandra Paraguassu e Ricardo Brito)
0 comentário
Wall Street recua após declarações de Trump sobre Irã pesarem sobre os mercados
Trump diz acreditar que Israel retirará tropas do sul do Líbano
PF faz busca na casa de Bolsonaro à procura de armas, mas não encontra nada, diz advogado
Gerp: Flávio tem 45% contra 42% de Lula no 2º turno
Rússia lança terceiro ataque aéreo contra Kiev em uma semana, dizem autoridades
Fed divulga ata em meio a debate entre analistas sobre se Warsh irá reduzi-la