Alckmin defende combinação entre teto, dívida e resultado primário para âncora fiscal
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BRASÍLIA (Reuters) - O vice-presidente eleito Geraldo Alckmin, coordenador da transição para o governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, disse nesta terça-feira que uma nova âncora fiscal será debatida no ano que vem e defendeu um modelo que combine teto de gastos, evolução da dívida pública e resultado primário.
"Isso (âncora fiscal) vai ter que ser discutido, porque a partir de 2023 a emenda constitucional propõe uma revisão", disse Alckmin a jornalistas em Brasília.
"O ideal seria fazer uma combinação entre o teto, evolução da dívida e o resultado do primário, uma combinação das três coisas", defendeu.
O vice eleito também disse que Lula ainda tem 40 dias para anunciar os nomes dos ministros de seu futuro governo e afirmou que não há motivo para apressar esses anúncios.
(Reportagem de Lisandra Paraguassu e Ricardo Brito)
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