Expectativas para programa britânico de satélites não são reduzidas após fracasso em missão
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Por Paul Sandle
NEWQUAY, Inglaterra (Reuters) - As expectativas do Reino Unido de se tornar o principal local de lançamento de pequenos satélites permanecem intactas, apesar do fracasso do que teria sido o primeiro lançamento em órbita da Europa Ocidental, disse o ministro britãnico dos Negócios, Grant Shapps, nesta terça-feira.
Horas depois que a missão inovadora de lançar nove satélites terminou quando um foguete Virgin Orbit lançado de um jato jumbo sofreu uma anamolia que o impediu de atingir a órbita, Shapps disse que outra tentativa será realizada.
"O espaço é difícil", disse ele à Sky News. "Não funcionou. Sem dúvida, eles vão se recompor, sacudir a poeira e recomeçar."
O executivo-chefe da Virgin Orbit, Dan Hart, disse em comunicado que o grupo espera retomar as missões assim que uma investigação completa for concluída e avaliada.
O foguete foi lançado com sucesso sobre o oceano Atlântico a partir de um Boeing 747 que decolou de Newquay, no sudoeste da Inglaterra, no que é conhecido como lançamento horizontal. Chamado LauncherOne, o foguete atingiu 17.700 km/h antes de seu sistema falhar. O foguete teria se partido após a falha, disseram especialistas.
O Reino Unido investiu cerca de 20 milhões de libras (24 milhões de dólares) na base e no lançamento, disse o ministro da Ciência, George Freeman, na segunda-feira, enquanto a própria missão foi financiada em grande parte pela Virgin Orbit.
Shapps disse que continua esperançoso com a base de Newquay, bem como outros portos espaciais em potencial no Reino Unido, incluindo um nas Ilhas Shetland, na Escócia, que está sendo projetado para lançamentos verticais de foguetes.
A Virgin Orbit, de propriedade do bilionário britânico Richard Branson, teve quatro missões bem-sucedidas de sua base nos Estados Unidos desde que as iniciou em 2020, e a missão Newquay é seu segundo fracasso.
(Reportagem de Sarah Young e Kylie MacLellan)
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