Índia diz que proposta por aliança de biocombustíveis atraiu Rússia e Brasil
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Por Nidhi Verma
BENGALURU (Reuters) - Uma proposta da Índia por uma aliança de biocombustíveis para promover os combustíveis mais limpos atraiu o interesse de vários países, incluindo Rússia e Brasil, disse o ministro indiano do Petróleo, Hardeep Singh Puri, nesta segunda-feira.
Puri anunciou em outubro passado que a Índia, terceiro maior consumidor de petróleo do mundo, usaria sua presidência do G20 para tentar estabelecer uma aliança internacional de biocombustíveis.
O foco em biocombustíveis também visa ajudar a transição da Índia para combustíveis alternativos e reduzir sua conta de importação, pois visa atingir sua meta de emissões líquidas zero de carbono até 2070.
"Muitos, muitos países estão interessados", disse Puri a repórteres em um evento da Semana de Energia da Índia na cidade de Bengaluru, no sul.
Os planos da Índia para estabelecer uma aliança de biocombustíveis espelham a Aliança Solar Internacional lançada por Nova Délhi e Paris em 2015, para trazer energia solar limpa e acessível ao alcance de todos.
A Índia importa cerca de 85% de suas necessidades de petróleo bruto, mas está gradualmente construindo capacidade para aumentar sua produção de biocombustíveis. O país planeja construir 12 biorrefinarias para produzir combustível a partir de itens como restos de colheita, resíduos vegetais e resíduos sólidos urbanos.
Puri disse que a proposta de aliança de biocombustíveis não se restringe apenas aos produtores e que qualquer país pode aderir.
"Pode ser para compartilhar experiências ou qualquer coisa... se sua pergunta é se (a aliança) está começando bem, minha resposta é excelente", disse Puri.
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