Grupo que planejava ataques a autoridades é alvo de operação PF
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SÃO PAULO (Reuters) - A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira a Operação Sequaz, que visa desarticular uma organização que planejava realizar ataques, como homicídios e extorsão mediante sequestro, contra autoridades e servidores públicos, confirmaram a PF e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino.
O ministro disse em sua conta no Twitter que os ataques sendo investigados incluíam o homicídio de pelo menos um senador da República e um promotor.
"Foi investigado e identificado um plano de homicídios contra vários agentes públicos (dentre os quais um senador e um promotor de Justiça). Hoje a Polícia Federal está realizando prisões e buscas contra essa quadrilha", disse Dino pelo Twitter.
Também pela rede social, o senador Sergio Moro (União Brasil) citou planos de uma facção criminosa de São Paulo "contra minha pessoa, minha família" e outros agentes públicos. Moro afirmou que fará um pronunciamento no Senado nesta tarde sobre o assunto e agradeceu a PF e a Polícia Militar do Paraná.
Um ministro do governo disse à Reuters que o plano era organizado pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) e não tinha motivação política.
De acordo com a PF, estão sendo cumpridos 24 mandados de busca e apreensão, sete mandados de prisão preventiva e quatro mandados de prisão temporária. As ações contam com 120 policiais e ocorrem nos Estados de Mato Grosso do Sul, Paraná, Rondônia e São Paulo.
A PF ainda disse que os ataques poderiam ocorrer de forma simultânea, com a maioria dos investigados em São Paulo e Paraná.
(Por Fernando Cardoso e Alberto Alerigi Jr., com reportagem adicional de Lisandra Paraguassu, em Brasília)
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