Órgão de vigilância do G20 revisará lições dos recentes resgates bancários
![]()
LONDRES (Reuters) - O Conselho de Estabilidade Financeira do G20 disse nesta terça-feira que seus membros vão revisar as lições de ações recentes de autoridades na Suíça, nos Estados Unidos e em outros lugares para resgatar bancos em dificuldades.
Os mercados foram abalados pelo colapso do banco de tecnologia norte-americano Silicon Valley Bank seguido pelas falências de outros credores regionais dos EUA e o resgate de emergência do suíço Credit Suisse pelo rival UBS .
O Conselho de Estabilidade Financeira coordena a regulamentação financeira entre o Grupo das 20 maiores economias e é presidido pelo chefe do banco central holandês, Klaas Knot.
“Os membros concordaram em revisar as lições a serem aprendidas com as recentes ações das autoridades para resolver as instituições financeiras”, disse o conselho em comunicado publicado após reunião virtual de membros realizada na terça-feira.
"Os membros do conselho permanecem vigilantes e prontos para tomar medidas para manter a resiliência do sistema financeiro global", acrescentou o comunicado.
Eventos recentes destacaram a importância das reformas financeiras do G20 após a crise financeira global de 2008 para melhorar a resiliência das instituições financeiras, acrescentou o comunicado.
"Os eventos também enfatizaram a importância do trabalho contínuo das autoridades nacionais para concluir a implementação das reformas acordadas de maneira completa, oportuna e consistente", acrescentou o FSB.
(Reportagem de Iain Withers)
0 comentário
Ações chinesas caem para menor cotação em 14 meses; ações do setor de tecnologia ampliam queda
Dólar tem maior alta diária em 23 anos após vitória de Lula e fecha em R$5,4066
Flávio Bolsonaro diz ter sido intimado pela PF a entregar passaportes
Ibovespa fecha em queda de quase 14% após reeleição de Lula acionar "circuit breaker"
Flávio Bolsonaro diz que pedirá cassação da chapa de Lula e se apresenta como novo líder da oposição
Reeleição de Lula aumenta incertezas fiscais e pode dificultar estabilização da dívida pública, diz Fitch