Proibição de chips da Micron pela China aumenta tensão comercial com EUA
![]()
Por Joyce Lee e Brenda Goh
SEUL/XANGAI (Reuters) - Um movimento de Pequim para barrar a venda de chips de memória da empresa norte-americana Micron Technology para as principais indústrias do país aumentou as tensões em uma disputa comercial em andamento com Washington.
O órgão regulador do ciberespaço da China disse na noite de domingo que a maior fabricante de chips de memória dos Estados Unidos foi reprovada em sua revisão de segurança de rede e que impedirá que operadoras de infraestrutura crucial comprem da empresa, sem fornecer detalhes sobre quais riscos encontrou ou quais produtos da empresa serão afetados.
O diretor financeiro da empresa, Mark Murphy, disse em uma conferência na segunda-feira que a empresa estava confusa sobre quais as preocupações da China.
Ele disse que as vendas diretas e indiretas da Micron para empresas sediadas na China representam cerca de um quarto de sua receita total.
"Atualmente, estamos estimando uma faixa de impacto de um percentual de um dígito baixo da receita total de nossa empresa na extremidade inferior e um percentual de um dígito alto da receita total da empresa na extremidade superior", disse.
Em Nova York, as ações caíam cerca de 4%. Outros fabricantes de chips dos Estados Unidos com grande exposição à China, como a Qualcomm, recuava cerca de 1%, enquanto Intel rondava a estabilidade e Broadcom recuava 0,5%.
A Micron gerou 5 bilhões de dólares em receita na China, incluindo 1,7 bilhão em Hong Kong no ano passado, cerca de 16% de sua receita total.
(Reportagem de Joyce Lee, Costas Pitas, Jason Xue, Brenda Goh, Josh Ye, Liz Lee e Aditya Soni)
0 comentário
Índices de Wall Street encerram em leve alta, com investidores se concentrando nas esperanças de paz no Oriente Médio
Ibovespa fecha em alta apoiado por exterior; Copasa recua
Dólar fecha estável, perto de R$5,00, com expectativa de acordo EUA-Irã
Arrecadação federal cresce 7,82% em abril e bate recorde para o mês
Taxas dos DIs fecham em baixa com rumores sobre versão final de acordo entre EUA e Irã
Ibovespa reverte perdas e volta a trabalhar acima dos 178 mil pontos