Minério de ferro fica firme na China com otimismo sobre estímulos
![]()
Por Enrico Dela Cruz
(Reuters) - Os contratos futuros de minério de ferro ficaram firmes na quinta-feira, já que as preocupações com as restrições de produção de aço na China foram compensadas pelo otimismo sobre as expectativas de estímulos adicionais para apoiar a recuperação econômica pós-Covid do país.
Algumas siderúrgicas na província de Sichuan, no sudoeste da China, receberam notificação verbal sobre a restrição ao uso de eletricidade, de acordo com a consultoria e provedora de dados da indústria Mysteel.
Isso pode levar as usinas a reduzir as operações, assim como a principal cidade produtora de aço da China, Tangshan, ordenou um corte na produção para julho em meio à deterioração da qualidade do ar.
Mas os preços do minério de ferro também pareciam ter suporte em antecipação às políticas de estímulo a serem reveladas após uma reunião regular do departamento político do Partido Comunista neste mês.
O contrato de minério de ferro de agosto mais negociado na Bolsa de Cingapura tinha alta de 0,4%, a 110,10 por tonelada métrica, por volta das 8h (horário de Brasília), depois de oscilar entre ganhos e perdas.
Na bolsa de Dalian, o contrato de minério de ferro mais ativo encerrou uma sessão diurna com alta de 1%, a 829,50 iuanes (114,52 dólares) por tonelada métrica.
Os controles da produção de aço "levam a um declínio significativo na demanda por minério de ferro", disseram analistas da Sinosteel Futures em nota, acrescentando que "o lado da oferta tem suporte fraco para os preços" em meio ao aumento da oferta da Austrália e do Brasil.
0 comentário
Trump diz que EUA ficarão satisfeitos se Irã concordar em não possuir armas nucleares
Nasdaq lidera as perdas nas ações, com petróleo e custos de financiamento no foco
Trump suspende ataque ao Irã enquanto negociações continuam
Ibovespa fecha abaixo dos 177 mil pontos pressionado por Vale
Brasil pode realocar fluxos de exportações do agro em meio a acordo EUA-China
Dólar volta a fechar abaixo de R$5,00 após Trump adiar ataque contra o Irã