Aumento de doenças respiratórias na China não é tão alto quanto na pré-pandemia, diz OMS
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Por Andrew Silver
XANGAI (Reuters) - O aumento de doenças respiratórias que a China está sofrendo atualmente não é tão alto quanto antes da pandemia de Covid-19, disse uma autoridade da Organização Mundial da Saúde, reiterando que nenhum patógeno novo ou incomum foi encontrado nos casos recentes.
Maria Van Kerkhove, diretora interina do departamento de preparação e prevenção de epidemias e pandemias da OMS, disse que a elevação parece ter sido impulsionada por um aumento no número de crianças que contraíram patógenos que haviam evitado durante dois anos de restrições da Covid.
"Perguntamos sobre comparações antes da pandemia. E as ondas que eles estão vendo agora, o aumento não é tão alto quanto o que eles viram em 2018-2019", disse Van Kerkhove à agência de notícias de saúde STAT em uma entrevista na sexta-feira.
"Isso não é uma indicação de um novo patógeno. Isso é esperado. Foi com isso que a maioria dos países lidou há um ou dois anos", acrescentou.
O porta-voz da Comissão Nacional de Saúde da China, Mi Feng, disse no domingo que o aumento das doenças respiratórias agudas estava ligado à circulação simultânea de vários tipos de patógenos, principalmente influenza.
O aumento tornou-se uma questão global na semana passada, quando a Organização Mundial da Saúde pediu mais informações à China, citando um relatório sobre grupos de pneumonia não diagnosticada em crianças pelo Programa de Monitoramento de Doenças Emergentes.
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