Economia do Reino Unido cai em recessão em desafio para premiê Sunak
![]()
Por Suban Abdulla e Andy Bruce
LONDRES (Reuters) - A economia do Reino Unido entrou em recessão no segundo semestre de 2023, um cenário difícil para o primeiro-ministro Rishi Sunak, que prometeu impulsionar o crescimento antes da eleição deste ano.
O Produto Interno bruto (PIB) sofreu uma contração pior do que a esperada de 0,3% nos três meses até dezembro, tendo encolhido 0,1% entre julho e setembro, segundo dados oficiais.
Uma pesquisa da Reuters com economistas apontou para uma queda menor, de 0,1%, no período de outubro a dezembro.
Investidores aumentaram suas apostas em corte dos juros pelo Banco da Inglaterra este ano e as empresas pediram mais ajuda do governo em um plano orçamentário previsto para 6 de março.
"As empresas já não se iludiam com as dificuldades que enfrentam e essas notícias, sem dúvida, farão soar o alarme para o governo", disse Alex Veitch, diretor da Câmara Britânica de Comércio.
"O chanceler deve usar seu orçamento, daqui a pouco menos de três semanas, para definir um caminho claro para o crescimento das empresas e da economia."
O ministro das Finanças, Jeremy Hunt, disse que há "sinais de que a economia britânica está virando a esquina" e "devemos seguir o plano - reduzir os impostos sobre o trabalho e as empresas para construir uma economia mais forte"
O Escritório de Estatísticas Nacionais disse que a economia cresceu 0,1% em 2023 em comparação com 2022. O Banco da Inglaterra afirmou que espera que a produção aumente ligeiramente em 2024, mas apenas para um crescimento de 0,25%.
A economia do Reino Unido está estagnada há quase dois anos, embora as recessões no país tenham se tornado cada vez mais raras à medida que a economia se torna maior e mais madura.
A pandemia da Covid-19 desencadeou a contração mais profunda já registrada em dois trimestres no início de 2020. Antes disso, a crise financeira global provocou uma grave recessão que durou pouco mais de um ano, do segundo trimestre de 2008 até o segundo trimestre de 2009.
1 comentário
Dólar sobe com mercado em busca de proteção antes de novas revelações do caso Master
Ibovespa recua na sessão com inflação nos EUA e caso Master no radar
Taxas dos DIs zeram perdas com receio de que fim do sigilo no caso Master atinja Flávio
Presidente do STF determina que Mendonça retire mais sigilos do caso Master
Ações sobem mas fecham semana com queda em meio a temores persistentes de inflação
Wall Street abre em alta após relatório de inflação de agosto
Gilberto Rossetto Brianorte - MT
Gostaria que o ministro Taxxad (aqui do Brasil) seguisse o conselho do seu colega Britânico: "devemos seguir o plano - reduzir os impostos sobre o trabalho e as empresas para construir uma economia mais forte".
A dama de ferro Margaret Thacher, ex-primeira ministra da Inglaterra tirou o Reino Unido de uma grave crise econômica e social, quando simplesmente diminuiu o tamanho do Estado e ao fazer isso, conseguiu reduzir drasticamente os impostos. Com menos impostos prá pagar as empresas se fortaleceram e passaram a empregar mais, pagando melhores salários. Receita simples né!!!! Pois é, mas, o triste é, que aqui no BR estão a fazer o inverso, tirando dinheiro das empresas e colocando no caixa do Estado. Não conseguem apreender o óbvio. Estão a copiar o que deu errado em todo planeta, não conseguem apreender com os erros dos outros, lamentavelmente.POIS E" O IPVA SERA" O MAIOR DO MUNDO----E" PRECISO QUE O POVO BOTE UM LIMITE DE IMPOSTO
Mas não há nada de errado nessa forma de atuar da esquerda, tudo isso é milimetricamente calculado para produzir os efeitos mencionados pelo Sr.Gilberto