Heinze comemora soluções para o setor agropecuário apresentadas em exposição
O senador Luiz Carlos Heinze (PP-RS), em pronunciamento no Plenário, na terça-feira (26), ressaltou a importância da feira Expodireto Cotrijal, realizada em março deste ano em Não-Me-Toque, no Rio Grande do Sul. Segundo ele, um dos maiores eventos do setor agropecuário do Brasil.
Heinze destacou o lançamento do nabo forrageiro, muito utilizado na adubação verde, como solução para manutenção das culturas de plantio durante o inverno gaúcho e também na alimentação dos rebanhos. O senador ressaltou o potencial econômico das alternativas apresentadas durante o evento, prevendo um aumento significativo no faturamento durante o inverno.
— A previsão de faturamento, em 2024, para o milho e para a soja, que são os carros-chefes da economia, é de R$ 56 bilhões. Enquanto que, no inverno, com o trigo, que é o carro-chefe, a aveia, a canola, o centeio, a cevada, o triticale e o azevém não chegam a R$ 7 bilhões. Eu não digo que nós vamos chegar no inverno com R$ 54 bilhões, mas podemos chegar a R$ 40 bilhões quando tivermos a pleno o nabo forrageiro, a Brassica carinata, a canola e o girassol — explicou.
O parlamentar agradeceu as parcerias e os esforços para enfrentar os desafios das baixas temperaturas no Rio Grande do Sul. Ele mencionou o programa Duas Safras e enfatizou o empenho de entidades como a Federação da Agricultura (Farsul), a Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag-RS) e a Federação das Cooperativas Agropecuárias (Fecoagro-RS), que contribuíram para o lançamento da planta já utilizada na região e que agora também pode ser plantada em outras localidades, como Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.
— Imaginem, no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná, 7 milhões, 8 milhões de hectares que podem ser utilizados no inverno, e no Brasil afora pode também ser feito isso — comemorou.
Heinze também alertou para a necessidade de buscar soluções para o setor de produção de aves no Brasil, ressaltando a importância da cooperação entre os Ministérios da Agricultura, da Fazenda e da Gestão e Inovação, para garantir o funcionamento adequado do setor agropecuário brasileiro e manter a competitividade das exportações do país.
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