Ações da China caem com dados fracos de inflação
![]()
XANGAI (Reuters) - As ações da China fecharam em queda nesta quarta-feira depois que dados mostraram que os preços ao consumidor do país aumentaram pelo quinto mês em junho, mas ficaram abaixo das expectativas, enquanto a deflação dos preços ao produtor persistiu.
"O risco de deflação não desapareceu na China. A demanda interna continua fraca", disse Zhiwei Zhang, economista-chefe da Pinpoint Asset Management.
A economia da China provavelmente cresceu 5,1% no segundo trimestre em relação ao ano anterior, de acordo com uma pesquisa da Reuters, desacelerando ante um forte resultado nos primeiros três meses, devido à demanda lenta do consumidor e mantendo as expectativas de que Pequim precisará liberar mais estímulos.
No fechamento, o índice de Xangai caiu 0,68%, enquanto o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, teve queda de 0,32%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, perdeu 0,29%.
. Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,61%, a 41.831 pontos.
. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,29%, a 17.471 pontos.
. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,68%, a 2.939 pontos.
. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,32%, a 3.428 pontos.
. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 0,02%, a 2.867 pontos.
. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,45%, a 24.007 pontos.
. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,99%, a 3.459 pontos.
. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,16%, a 7.816 pontos.
0 comentário
Minério de ferro cai com flexibilização pela China de restrições a cargas Jimblebar
Trump diz que Israel não voltará a atacar campo de gás do Irã após ter agiado "violentamente"
Ministra das Finanças do Japão diz que está em alerta máximo para volatilidade cambial
Índice de Xangai cai brevemente abaixo de 4.000 com escalada do conflito no Oriente Médio
Powell confirma que Trump está amarrado a ele até que investigação esteja verdadeiramente concluída
BC corta Selic em 0,25 ponto, a 14,75%, e defende cautela na calibração dos juros à frente