Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA caem em meio à estabilidade do mercado de trabalho
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WASHINGTON (Reuters) - O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego caiu na semana passada, mas os cortes acentuados nos gastos do governo e a escalada da guerra comercial ameaçam a estabilidade do mercado de trabalho.
Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 2.000, para 220.000 em dado com ajuste sazonal, na semana encerrada em 8 de março, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira. Economistas consultados pela Reuters previam 225.000 pedidos para a última semana.
Os pedidos se estabilizaram depois de um pico no final de fevereiro em meio a tempestades de inverno e dificuldades para ajustar os dados às flutuações sazonais em torno do feriado do Dia dos Presidentes. Embora o mercado de trabalho permaneça em terreno sólido, as políticas do governo do presidente Donald Trump representam um risco negativo.
Milhares de funcionários do governo federal foram demitidos pelo Departamento de Eficiência Governamental, ou Doge, do bilionário da tecnologia Elon Musk, uma entidade criada por Trump para reduzir drasticamente o governo.
Trump considera o governo federal inchado e esbanjador. Os sindicatos que representam alguns dos funcionários públicos contestaram as demissões, resultando em reintegrações. As agências têm um prazo até quinta-feira para apresentar planos de demissões em larga escala.
O movimento do governo federal ainda não se refletiu significativamente nos dados oficiais do mercado de trabalho.
(Reportagem de Lucia Mutikani)
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