Trump refuta alegações da China de que não houve conversas sobre comércio
![]()
Por Jeff Mason e Jarrett Renshaw
WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, refutou nesta quinta-feira as alegações da China de que as duas potências econômicas não mantiveram conversações para amenizar a guerra comercial em curso, dizendo que houve reuniões mais cedo no dia.
"Eles tiveram uma reunião esta manhã", disse Trump a repórteres, recusando-se a dizer a quem estava se referindo. "Não importa quem são 'eles'. Podemos revelar mais tarde, mas eles se reuniram esta manhã, e temos nos reunido com a China."
A China afirmou nesta quinta-feira que não teve discussões comerciais com Washington, apesar dos repetidos comentários do governo dos EUA sugerindo que isso aconteceu.
"A China e os Estados Unidos não realizaram consultas ou negociações sobre tarifas, muito menos chegaram a um acordo", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, a repórteres em uma coletiva de imprensa, chamando os relatos de tais informações de "notícias falsas".
Trump e o secretário do Tesouro, Scott Bessent, indicaram esta semana que pode haver uma diminuição das tensões com a China. Neste mês, a Casa Branca impôs tarifas de 145% sobre os produtos chineses, o que fez com que Pequim respondesse com suas próprias taxas e aumentasse as restrições sobre as exportações de minerais essenciais para os Estados Unidos.
(Reportagem de Jeff Mason e Jarrett Renshaw)
0 comentário
Bolsonaro tem prisão domiciliar prorrogada por questões de saúde
Dólar acompanha exterior e cai ante o real em sessão com liquidez menor
Ibovespa avança e fecha acima de 174 mil pontos em pregão com volume reduzido sem Wall St
Taxas de DIs caem no Brasil após dados fracos da indústria em sessão sem os Treasuries
Exportações brasileiras de petróleo, minério de ferro e soja avançam em junho
Governo eleva projeção de superávit comercial do Brasil a US$90 bi em 2026 prevendo exportações mais fortes