Minério de ferro atinge máxima de duas semanas antes da reunião entre Trump e Xi
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Por Amy Lv e Lewis Jackson
PEQUIM (Reuters) - Os contratos futuros do minério de ferro subiram nesta quarta-feira, pela terceira sessão consecutiva, atingindo o maior valor em duas semanas, impulsionados pelo otimismo em relação a um acordo comercial entre as duas maiores economias do mundo.
O presidente dos EUA, Donald Trump, que vai para a Coreia do Sul na quarta-feira, com reuniões de alto risco esperadas com o presidente chinês, Xi Jinping, na quinta-feira.
Trump disse que espera reduzir as tarifas dos EUA sobre os produtos chineses em troca do compromisso de Pequim de reduzir as exportações de produtos químicos precursores do fentanil.
A diminuição da tensão comercial entre os EUA e a China melhorou o sentimento geral de risco, disseram os analistas da corretora Xinhu Futures em uma nota.
O contrato janeiro do minério de ferro encerrou as negociações diurnas com alta de 1,96%, a 804,5 iuanes (US$112,94) a tonelada métrica, o maior valor desde 14 de outubro.
O minério de ferro de referência para dezembro na Bolsa de Cingapura subiu 1,42%, para US$107,25 a tonelada, o maior valor desde 14 de outubro.
Além disso, a expectativa de uma enxurrada de reabastecimento das usinas siderúrgicas no norte da China para atender às necessidades de produção após a conclusão das restrições de produção deu algum suporte aos preços do principal ingrediente da fabricação de aço.
As siderúrgicas em algumas regiões do norte, incluindo o principal centro de produção de aço, a cidade de Tangshan, foram obrigadas a implementar controles de produção a partir de segunda-feira, após uma previsão de piora na qualidade do ar.
Em outro lugar, a mineradora brasileira Vale disse que continua muito otimista com relação à demanda de minério de ferro a longo prazo.
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