S&P 500 e Nasdaq têm pouca variação após resultados mistos de JPMorgan e Delta Air
![]()
Por Medha Singh e Pranav Kashyap
13 Jan (Reuters) - O S&P 500 e o Nasdaq rondavam a estabilidade nesta terça-feira, depois que um relatório de inflação em linha com o esperado sustentou as expectativas de cortes na taxa de juros dos Estados Unidos este ano, enquanto os investidores avaliaram os resultados trimestrais mistos do JPMorgan e da Delta Air Lines.
Excluindo os componentes voláteis de alimentos e energia, os preços ao consumidor dos EUA aumentaram 0,2% em dezembro em relação ao mês anterior, ante previsão de economistas de alta de 0,3%. Na base anual, o núcleo do índice subiu 2,6% em dezembro, repetindo a taxa de novembro.
Os dados solidificaram as apostas em pelo menos mais dois cortes de 25 pontos-base pelo Fed na taxa de juros entre junho e dezembro, com os operadores vendo uma pequena chance de um terceiro, de acordo com dados da LSEG.
Entre os balanços, o JPMorgan, maior banco dos EUA, superou as estimativas de lucros trimestrais. Entretanto, suas ações caíam 1,1% depois que o banco disse que a proposta de um teto para as taxas de juros dos cartões de crédito prejudicará os consumidores e a economia dos EUA.
As ações da Delta Air Lines recuavam 2,6%, uma vez que o ponto médio de sua previsão de lucros para 2026 ficou aquém das expectativas dos analistas.
O Dow Jones Industrial Average caía 0,33%, para 49.428,16 pontos, enquanto o S&P 500 ganhava 0,04%, a 6.980,40 pontos, e o Nasdaq Composite avançava 0,14%, para 23.766,12 pontos.
0 comentário
Marinha dos EUA escoltou navio petroleiro pelo Estreito de Ormuz, diz secretário de energia norte-americano
Canadá aumenta segurança nos prédios diplomáticos de EUA e Israel após tiros contra consulado
Quatro diplomatas iranianos foram mortos em ataque israelense no Líbano no domingo, diz mídia estatal iraniana
Governo Trump estima custo dos dois primeiros dias da guerra do Irã em US$5,6 bi, diz fonte
Terça será dia mais intenso de ataques ao Irã, diz secretário de Defesa dos EUA
BCE não tem pressa mesmo que guerra contra o Irã possa alterar perspectivas, dizem autoridades