Tráfego marítimo no Estreito de Ormuz está na casa de um dígito, mostram dados
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CINGAPURA/LONDRES, 10 Set (Reuters) - O número de embarcações que atravessaram o Estreito de Ormuz caiu na quarta-feira para sete, ante 12 no dia anterior, segundo dados preliminares de rastreamento de navios divulgados nesta quinta-feira, com os níveis também ficando abaixo da média de 14 dos últimos 10 dias.
Desses sete navios, quatro saíram e três entraram, de acordo com os dados.
Algumas embarcações podem estar navegando pela hidrovia com seus transponders desligados e, portanto, não seriam contabilizadas nos totais.
Entre as saídas, uma foi de um superpetroleiro — o Finland Prosperity — transportando quase 2 milhões de barris de petróleo bruto.
Nenhum navio-tanque transportando gás natural liquefeito saiu do Estreito.
As três saídas restantes foram feitas por dois graneleiros de carga seca e um petroleiro de curto alcance para produtos derivados de petróleo.
Enquanto isso, dos três navios que entraram, um era um graneleiro de carga seca e os outros dois eram um petroleiro de curto alcance e um petroleiro de médio alcance.
No Estreito de Bab el-Mandeb, 28 navios de carga passaram por ele na quarta-feira, semelhante à média de 10 dias, que é de 27.
Do total, 16 navios entraram e 12 saíram.
CARREGAMENTOS NO MAR VERMELHO SE RECUPERAM
Os carregamentos de petróleo bruto e condensado da Arábia Saudita no porto de Yanbu, no Mar Vermelho — um importante centro para contornar o Estreito de Ormuz — se recuperaram até agora em setembro, após terem atingido a menor marca em seis meses em agosto, de acordo com dados de rastreamento de navios da Kpler e da Vortexa.
Os carregamentos em Yanbu subiram para 3,7 milhões de barris por dia (bpd) em setembro, ante 3,2 milhões de bpd em agosto, que foi o nível mais baixo desde o início da guerra com o Irã, segundo a Vortexa.
A Kpler estimou um volume menor de embarques, de 2,9 milhões de bpd em setembro, em comparação com apenas 1,5 milhão de bpd no mês anterior.
Os carregamentos em Yanbu diminuíram no final de julho e em agosto devido à intensificação dos ataques dos houthis do Iêmen, apoiados pelo Irã, perto do Estreito de Bab el-Mandeb.
(Reportagem de Trixie Yap e Enes Tunagur)
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