Greve de caminhoneiros deve prejudicar a saída da soja recém-colhida no Paraguai
Na manhã de ontem (30), Héctor Cristaldo, presidente da União de Grêmios da Produção (UGP) do Paraguai, manifestou a problemática e a preocupação dos produtores de soja do país, que não possuem os meios de transporte necessários para movimentar suas colheitas aos silos e, posteriormente, aos portos.
Isso se deve à greve de caminhoneiros a nível nacional, que dura desde a segunda-feira (29). Os caminhonheiros protestam contra o ingresso de veículos do tipo "bitrens" no território nacional e também pedem por um reajuste na tarifa do frete.
"A greve afeta a todos. No caso da soja, uma mercadoria que se renova rapidamente, a logística é um ponto muito importante, principalmente em pico de safra. Estamos preocupados porque os caminhões são nossos aliados na saída de nossos produtos para o mundo", argumentou Cristaldo.
O presidente também destacou que o problema principal está no transporte da colheita para os silos, o que é uma urgência para os produtores de soja no momento.
Cristaldo também acredita que precisa haver uma conversa mais clara sobre a entrada dos bitrens e que "a discussão não deve ser sobre permitir ou recusar essa tipo de caminhão e, sim, sobre melhorar a competitividade do setor logístico para crescer em um mundo que evolui constantemente".
Tradução: Izadora Pimenta
0 comentário
EUA perdem participação no mercado de soja da China para suprimentos da América do Sul em 2025
Soja retoma negócios na Bolsa de Chicago com leves baixas nesta 3ª feira, após feriado nos EUA
Prêmios ainda positivos para a soja no Brasil são oportunidade para estratégias de comercialização
Safras vê menor exportação de soja do Brasil em 2026
AgRural: Com MT na dianteira e PR atrasado, colheita de soja do Brasil avança para 2%
Soja: Com baixo índice de comercialização, produtor começa semana atento às margens e às oportunidades de venda