China deve reduzir compras de soja, mas sem afetar vendas do Brasil

Publicado em 14/11/2018 17:24 e atualizado em 16/11/2018 11:04
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Os próximos passos do mercado da soja deverão começar a ser definidos a partir do final deste mês e início de dezembro quando os presidente da China e dos Estados Unidos voltam a se encontrar na próxima reunião do G20. É verdade. No entanto, para o produtor brasileiro as expectativas são favoráveis. 

Em meio a projeções de que a China irá importar menos soja no ano que vem - estimativas que começaram a aparecer desde o início da guerra comercial - e da possibilidade - ou não - de um acordo entre chineses e americanos, o Brasil deverá continuar ocupando a liderança das exportações da oleaginosa e contará, ao menos, com preços equilibrados. 

Como explica o consultor de mercado Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, com um consenso sendo definido pelos dois países, os prêmios pagos pela soja brasileira cederiam, mas Chicago volta a subir e deve passar dos US$ 10,00 por bushel. Na falta de um entendimento, os prêmios voltam a subir e se equilibram à soja americana taxada, como aconteceu neste ano. 

Na China

Nesta quarta-feira, a consultoria internacional Informa Economics estimou uma redução nas importações de soja da China para 91 milhões de toneladas, contra 94 milhões do ano comercial. O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reduziu sua projeção das compras chinesas para 90 milhões de toneladas em seu último reporte mensal de oferta e demanda. 

Para Brandalizze, de fato a China poderá importar menos soja, mas reafirma: "a demanda não está diminuindo na China. Eles vão trabalhar com estoques menores - que também é de interesse deles - e voltarão a comprar mais intensamente quando se definir se haverá ou não um acordo com os EUA. A demanda chinesa está muito forte internamente". 

Além disso, explica que se eles continuassem forçando movimentos mais intensos de compra aqui no Brasil neste momento os prêmios poderiam passar dos 300 pontos - ou US$ 3,00 por bushel sobre Chicago - e agredir os negócios no país asiático, além de superar o valor do produto norte-americano que hoje está taxado em 25%. 

Neste momento, afinal, as margens de esmagamento seguem positivas na China, com boa lucratividade sendo garantida pelas indústrias esmagadoras, o que ajuda a manter a demanda. E esse ambiente se mantém com os preços da soja do Brasil - contabilizando Chicago e prêmio - ainda variando de US$ 11,00 a US$ 12,00 por bushel. 

"Acima disso, o cenário já começa a ficar negativo para os chineses", explica Brandalizze.

Desde o início da guerra comercial com os EUA, o governo chinês vem anunciando uma série de medidas que permitam que o país se torne cada vez menos dependente da soja norte-americana, incluindo a utilização de oleaginosas alternativas, o aumento da área destinada à commodity e a redução da utilização de farelo de soja na alimentação animal, entre outras ações. 

E neste ambiente, o USDA vem fazendo seguidas revisões nos números das importações chinesas de soja e, em seu relatório deste mês com a baixa de 4 milhões de toneladas, combinando as safras 2017/18 e 2018/19, a projeção é de que as compras caiam 16 milhões de toneladas. O período de comparação é de junho a novembro. 

"Isso inclui 3 milões de toneladas da temporada 2017/18 e 13 milhões da 2018/19", diz o departamento americano, como está ilustrado no gráfico abaixo. 

Estimativas de importações de soja junho - novembro - Fonte: USDA

Estimativa para importações de soja da China desde junho - Fonte: USDA

"Uma parte desta redução se dá ao uso maior dos estoques locais, porém, a maior parte é resultado de menos proteína de soja - via farelo - na alimentação de seus rebanhos e planteis. Uma associação de produtores de alimentação animal soltou um inforamtivo, recentemente, orientando a indústria a reduzir seu percentual de proteína nas rações, o que ajudaria a diminuir a demanda por soja em grão importada", complementa o USDA.

Preços x Questão de Honra

O Brasil continua vendendo muita soja para a China e as expectativas indicam uma manutenção deste quadro. Um acordo entre chineses e os EUA só ajudaria, portanto, a definira intensidade dessa continuidade. Até lá, portanto, os brasileiros permanecem como seus principais fornecedores da oleaginosa. 

E isso se dá mesmo com a soja brasileira se mostrando mais cara neste momento, até mesmo para os chineses que têm de pagar os 25% caso queiram a soja americana. O momento, todavia, é de guerra comercial e a China nãop vai comprar soja nos Estados Unidos até que ambos cheguem a um consenso. 

Um estudo do USDA mostrou a diferença expressiva dos preços de exportação entre EUA, Brasil e Argentina mostrando a oleaginosa do Brasil como a mais cara - US$ 414,00 pot tonelada FOB no porto de Paranaguá. O valor é US$ 17,00 mais alto do que o observado em setembro. 

No mesmo intervalo, a Argentina tinha US$ 395,00 FOB, e os EUA, no Golfo, US$ 325,00 por tonelada. 

USDA - Preços de exportação de soja

Gráfico compara os preços de exportação da soja - Fonte: USDA

Na América do Sul

Enxergando todo esse potencial, as análises sobre a produção de soja na América do Sul - não só no Brasil, mas principalmente - é de um considerável aumento da produção. Mirando o mercado chinês, os sojicultores brasileiros investiram, nesta safra 2018/19, em uma área maior de soja - que deve passar de 36,2 milhões de hectares - e uma garantia de boa produtividade. 

Em uma conferência em Guangzhou, na China, o analista-sócio da Agroconsult, André Debastiani, afirmou que "uma boa colheita no hemisfério sul deve garantir o fornecimento de soja à China", trabalhando com uma estimativa de colheita brasileira de 120 milhões de toneladas. 

A Abiove (Associação Brasileira de Óleos Vegetais) estima 120,5 milhões de toneladas e elevou, na semana passada, sua projeção para as exportações nacionais para 79 milhões de toneladas. Algumas consultorias falam em mais de 80 milhões.

Na Reuters: Exportação recorde de soja do Brasil à China pode ser ainda maior, diz secretário

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Por Jake Spring

BRASÍLIA (Reuters) - O recorde de exportações de soja do Brasil à China pode aumentar ainda mais, disse um agente do Ministério da Agricultura à Reuters nesta quarta-feira, conforme a disputa comercial do país asiático com os Estados Unidos impulsiona a demanda chinesa pelo produto brasileiro.

O secretário de Relações Internacionais do Agronegócio da pasta, Odilson Ribeiro e Silva, viajou à China neste mês e disse ter esperança de que a alta demanda abrirá o mercado do país também para o farelo de soja brasileiro.

As exportações brasileiras da oleaginosa tiveram um salto depois que a China impôs uma tarifa de 25 por cento sobre a soja norte-americana em julho, em resposta às taxas de Washington sobre bilhões de dólares em produtos chineses. O Brasil embarcou quase 80 por cento das exportações de soja com destino à China neste ano, com a trading de grãos Agribrasil prevendo um recorde de 83 milhões de toneladas.

"Pode subir mais, mas a gente gostaria que não fosse só grão, que fosse farelo também", disse Silva à Reuters em entrevista.

O Brasil enviou uma lista de produtores de farelo de soja para a China autorizar a exportação no ano passado, mas é incerto se eles responderão, ele disse.

A China diminuiu o ritmo de aprovações para sementes de soja geneticamente modificada, ele disse, e não há sinais de que voltará a acelerar.

Alguns produtos transgênicos aprovados há cinco anos no Brasil ainda não foram liberados pela China, evitando a disseminação do uso e os ganhos de produtividade que eles trariam, disse Silva.

Durante a expedição comercial à China e aos Emirados Árabes Unidos, que terminou no dia 8 de novembro, surgiram questionamentos sobre se o comércio poderia sofrer no governo de Jair Bolsonaro, disse o secretário.

O presidente eleito criticou os investimentos chineses no Brasil e aborreceu muitos países muçulmanos com a sugestão de mudar a embaixada do país em Israel para Jerusalém, enquanto as suas propostas ambientais também incitam temores de que elas afetariam a percepção internacional sobre os produtos brasileiros.

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, procurou reafirmar aos chineses e árabes que os agricultores apoiam Bolsonaro, que por sua vez tem respeito pelas leis e não fará nada para prejudicar o comércio brasileiro, disse Silva.

Bolsonaro poderia, na verdade, beneficiar o comércio, abrindo a economia a importações, um passo necessário para fazer com que parceiros do Brasil aceitem mais envios do país, ele disse.

O Brasil também está procurando aumentar os embarques de carne para a China, que atualmente é o principal destino das exportações de carne bovina e de frango. Uma delegação chinesa chegará ao Brasil no domingo para inspecionar unidades processadoras de bovinos e frangos, visando aprovar mais unidades para exportação ao gigante asiático, acrescentou. (Por Jake Spring). 

Brasil pode elevar em 45% produção de farelo de soja apenas ocupando capacidade ociosa das indústrias e atender demanda Chinesa

Podcast

Entrevista com Daniel Furlan Amaral - Gerente de Economia ABIOVE sobre o Farelo de Soja

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Uma missão brasileira esteve na China na última semana para ressaltar para o país asiático a importância da compra do farelo brasileiro, na expectativa de abrir um novo mercado.

Daniel Furlan, gerente de economia da ABIOVE, conversou com o Notícias Agrícolas nesta quarta-feira (14) e destacou que a viagem foi bastante produtiva e pode expor a necessidade de diversificar a pauta exportadora do complexo soja com o país asiático. Também há uma perspectiva excelente para o biodiesel.

Com isso, o Brasil pretende ter uma necessidade de esmagamento considerável para gerar um excedente exportável que seja de interesse do parceiro comercial, bem como poderá ajudar a China a continuar crescendo. Os chineses ainda não deram um indicativo claro, mas se dispuseram a retomar as conversações a respeito do assunto.

Para Amaral, há um otimismo em torno de conseguir melhorar a relação com o país asiático. Há todo um processo "complexo e longo" que começa com a habilitação de fábricas, mas há um empenho para que isso dê certo nos próximos meses. A China, além do farelo, também poderia comprar óleo vegetal.

O Brasil pode ampliar em 45% sua oferta de farelo se houver mercado disponível para receber esse produto, utilizando apenas a capacidade ociosa das indústrias que hoje é de 20 milhões de toneladas de grãos. Volume que seria suficiente para produzir 16 milhões de toneladas adicionais de farelo, que adicionadas as 36 milhões produzidas atualmente, geraria uma oferta total próxima de 50 milhões de toneladas. 

Embora a competitividade do produto argentino seja grande, o país é forte neste setor, a ABIOVE entende que há espaço para o produto brasileiro no mercado internacional, principalmente com a nova demanda chinesa.

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Por: Carla Mendes
Fonte: Notícias Agrícolas

1 comentário

  • Elói Petry Batista Cerro Largo - RS

    A situação deveria preocupar o agronegócio. Primeiro, declarações desastradas. Agora, escolhas ainda piores. O novo Chanceler escolhido será péssimo para quem produz. O novo governo está virando as costas para o produtor rural antes de começar.

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    • GERD HANS SCHURTCIDADE GAÚCHA - PR

      Só tenho que concordar com Almanakut Brasil quando se refere ao militar-melancia, que deve ficar bem longe do novo governo.

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    • EDMILSON JOSE ZABOTTPALOTINA - PR

      Jair Bolsonaro ainda não assumiu o Governo (e a caneta) mas a mídia transforma suas palavras em problemas..., agora tudo é culpa do Bolsonaro... è o caso do serviço dos para-médicos cubanos, que é um autentico sistema trabalho-escravo, pois esses profissionais recebem apenas 25% do valor que o governo de Cuba embolsa, e ainda ficam impedidos de trazerem suas famílias para o Brasil -- ficando em seu país como reféns... a questão da liberdade, isso ninguém quer discutir... Portanto acho que antes de falarem que tudo vai dar errado, vamos aguardar o início do seu Governo. Por enquanto a mídia tem causado muito estrago..., isso ninguém vai falar nada??? ...

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    • ELÓI PETRY BATISTACERRO LARGO - RS

      Edmilson, isso não pode ser tratado ideologicamente. 3243 municípios vão perder profissionais. Ponta Grossa perderá setenta e cinco por cento dos médicos da rede pública municipal. É caso de calamidade pública, como está propondo a CNM. Nossa população ficará desassistida.

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    • EDMILSON JOSE ZABOTTPALOTINA - PR

      Elói, a falta de Assistência médica é um problema sim e para todo o País. Não sou contra médicos seja lá de que país for. O que não podemos é: Falar uma coisa e praticar outra.. . Um médico cubano receber 25% do que outro médico do Mais Médico é justo? É justo este profissional estar trabalhando em sua cidade sem ter comprovado seu Ato Profissional ( só porque ele é de um programa ) ? É justo este profissional ficar impedido de visitar ou trazer sua família para junto dele ( será que ele não poderia ser um melhor profissional) O grande problema da falta de investimentos na Saúde deve-se aos maus Administradores Públicos e pelo enorme Máquina Pública , que é improdutiva e incompetente ( que por tabela nós é que somos culpados ) Se um município igual a Ponta Grossa , não tiver dinheiro para pagar médicos em substituição é por que falta gerência , aliás em todos os municípios o problema existe. Outra situação o Novo Presidente em sua fala esta semana deixou claro , Aquele que se achar médico é que se sujeite ao Revalida e que queira permanecer no Brasil o país irá conceder visto e até exílio . Portanto este contrato feito com o País de Cuba pela então Presidente Dilma , tinha outras intenções. Conheço em minha cidade um Profissional Cubano de outra área de atuação que fala claramente que estes profissionais não estão felizes da forma que estão vivendo aqui , principalmente pela ausencia da família.

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    • RODRIGO POLO PIRESBALNEÁRIO CAMBORIÚ - SC

      Edmilson, é engraçado que volta e meia aparece um advogado aqui defendendo o que o governo do PT fez. A OAB é um dos órgãos, junto com o conselho federal de psicologia, dos mais aparelhados por esquerdistas. É o tipo de pessoa que se for caçar um porco no mato, em cinco minutos está botando os bofes prá fora. Querem vida boa, querem mordomia, e morrem de inveja a coragem desse povo varonil que desbravou o Brasil, enfrentando perigos, calamidades, governos, e que hoje é vencedor... E sobre os médicos cubanos digo que, se não há mais médicos brasileiros na rede pública é porque são mal remunerados..., tem consulta que o governo paga 2 ou 3 reais, é salário de faxineiro..., os bons só trabalham na rede pública se forem caridosos, caso contrário não... A maioria dos hospitais do SUS são verdadeiros matadouros, mas não por culpa dos médicos. Em Itajaí tiraram a administração do Marieta das freiras porque elas queriam ajudar os pacientes pobres e miseráveis que saiam do hospital depois de melhorarem. Tiraram e colocaram nas mãos dos administradores maçons. Tá lá prá quem quiser ver o "frezzer", que é como apelidei o corredor onde colocavam dezenas de pessoas em pé, a noite toda, na espera de atendimento. Quem dera Bolsonaro devolvesse a rede pública às Irmãs freiras, mulheres que são verdadeiros anjos de Deus sobre a terra.

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    • PAULO ROBERTO RENSIBANDEIRANTES - PR

      Sr. Elói, estamos vivendo um momento em que os petistas fazem o que sempre fizeram... "Quanto pior, melhor"... Isso foi assim na confecção da Constituição em 1988... O PT não apoiou nada, pois não participou da assinatura com constituinte... No Plano Real, foi contrário...Enfim só aceita se for bom para o partido, ou melhor para o Lula. ... Quem tem ligações umbilicais com o regime cubano e, que pode influenciar uma medida unilateral e que cause comoção social? ... RESPOSTA: A FACÇÃO PETISTA! ... E, existe outra coisa importante... Quem mandou fazer um "acordo" com um país ditatorial onde as pessoas, no caso os médicos cubanos, não têm a liberdade da escolha em continuar trabalhando no Brasil ou ir para casa. Os médicos são escravos do regime e, tem que fazer o que mandam, senão seus familiares que ficaram em Cuba vão sofrer as consequências... A sua última frase é tipica dos populistas de plantão... Nossa população ficará desassistida... ... Há quanto tempo ela está desassistida? ... E que país é esse, que para resolver um problema deve "importar" médicos de um país comunista ... ... FALTA MUITA CRIATIVIDADE NESSAS MENTES DOENTIAS !!! ... ... Isso é um "Dilmês" sem tamanho ...

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    • EDMILSON JOSE ZABOTTPALOTINA - PR

      Rodrigo e Paulo , corretíssimos seus comentários. Este que fez o comentário Elói , deve ser mais daqueles PT que conseguiram acabar com o Estado e tentaram acabar com o Governador Sartori . Pois este colocou freio na PTzada . A teta tá secando e eles estão esperneando ....queria ver se ele aceita o Governador segurar dele 70% do salário e não permitir que ele faça um churrasco no final de semana .

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    • PAULO ROBERTO RENSIBANDEIRANTES - PR

      Ah! Sabe aquela obra em Cuba cujo contrato teria de ser mantido em "sigilo" por décadas???. Sim, aquela financiada pelo BNDES ..., o porto de Mariel, onde o BNDES entrou com US$ 682 milhões do dinheiro do povo brasileiro... Agora vem a "cereja do bolo".., o "jornal" Folha de S. Paulo publicou em setembro que Cuba está em atraso com o pagamento de parcelas do financiamento dado pelo BNDES ao Porto de Mariel ... segundo a fonte, são três meses de atrasos e a conta já está em US$ 20 milhões só em atraso ... Enfim, isso é doce da rapadura ... Quem quiser ver os calotes da "companherada" leia: ... ... https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/09/cuba-atrasa-parcela-de-financiamento-dado-pelo-bndes-ao-porto-de-mariel.shtml

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    • GERALDO GENTILEIBAITI - PR

      Caro Elói: Explica para mim, matuto grosso e semi-letrado o pq do novo Chanceler ser péssimo para quem produz. Não consigo ver nenhuma relação - ao menos no momento - entre o Ministro e a produção de bens e/ou serviços do País.

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    • ELÓI PETRY BATISTACERRO LARGO - RS

      Caro Geraldo, o novo Chanceler prega alinhamento automático aos EUA. Esse posicionamento prejudica quem produz. Nós concorremos com os EUA (soja, carne, etc). Somos melhores do que eles, pois mesmo sem incentivo produzimos muito. Isso não tem nada haver com baboseira de ideologia. O novo presidente deveria agir com pragmatismo. Temos que nos aproximar de quem compra o nosso produto e não de quem quer tomar nosso mercado.

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    • ELÓI PETRY BATISTACERRO LARGO - RS

      Edmilson e Paulo. Ideologia serve para vencer eleições. Para administrar não. O novo presidente criou um grande problema de forma desnecessária. A solução para o problema criado não é simples. Infelizmente.

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    • EDMILSON JOSE ZABOTTPALOTINA - PR

      Sr. Elói , acho que a eleição de Bolsonaro não foi e nem será ideologizada ou outra definição que se queira inventar.. . Esta eleição foi contra tudo o que o PT fez ou tentou fazer contra as pessoas de bem, e principalmente contra a corrupção e os desmandos e pela insegurança jurídica e o direito à propriedade... Isso e muitas outras coisas que desde o mais simples ao mais abastados , desde o negro e o branco, o nordestino e sulista, enfim o que a grande maioria queria não era ideologia mas sim respeito ao dinheiro público e vergonha na cara... Com relação aos problemas criados com a saida dos médicos cubanos é preciso deixar claro: Quem mandou os médicos voltarem para Cuba foi a ditadura daquele país, em acerto com a Ptzada..., mas a partir de 01/01/19 o caminho da roça vai mudar .

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    • DALZIR VITORIAUBERLÂNDIA - MG

      Mais uma vez fanatismo cega..os dois comentários acima um do pt roxo e o outro do borsanada...lembro aos dois que um alinhamento diferente do pt aos uSA faz bem e é acertado ...pois em negócios...estratégias comerciais são melhores quando se esta mais próxima de onde sai leite..de pedra não sai leite...os Usa e a China deixem brigar...por isto devemos flutuar nos dois para levar vantagem...o chines quer que sejamos seu fornecedor mas quando pode aperta o nò da gravata...os usa idem...então joguemos de forma inteligente... Pois ter cuba...Guiné..Bolívia...Venezuela...é melhor onde tem café no buli..

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    • PAULO ROBERTO RENSIBANDEIRANTES - PR

      Ahã! ... Agora entendi... Bolsonaro "CRIOU" o problema... ... Lanço aqui e agora, uma "vaquinha" para arrecadar verba para pagar uma consulta a um especialista de "olhos" para esse individuo... ...

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    • CARLO MELONISAO PAULO - SP

      DALZIR, gostei do seu comentario.. Sr. ELOI, Bolsonaro ao lado do Malafaia ja' disse e eu ouvi..., Entao, ele nao tem ideias fixas ?? como pregos?? , ele vai e volta??, e as decisoes sao tomadas em grupo??? ... Ele voltou atras do ministerio do meio ambiente porque Maggi explicou os detalhes pra ele; ele esta' contornando Israel porque explicaram a venda dos frangos, e a medida dos medicos e' acertadissima, emprego para os brasileiros e nao para cubanos... -Nao se faz omelete sem quebrar ovos... Ele ja' conversou com o embaixador chines e a foto mostra o braço do embaixador chines abraçando Bolsonaro... ELOI, aprenda a entender as coisas...

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