Soja cai expressivamente em Chicago nesta 5ª feira com pressão da incerteza que ainda vem do coronavírus

O mercado da soja recua consideravelmente nesta quinta-feira (26) na Bolsa de Chicago, depois de fechar o dia anterior bem próximo da estabilidade. As cotações, por volta de 7h10 (horário de Brasília), registravam baixas de 6,50 a 9,75 pontos nos principais contratos, com o maio valendo US$ 8,71 e o julho, US$ 8,75 por bushel.
As inúmeras incertezas que rondam o cenário macroeconômico ainda mantêm uma pressão sobre os preços de uma forma geral, dando espaço apenas para ganhos pontuais entre as commodities, índices acionários e demais ativos. Na soja, porém, há um espaço um pouco maior para as altas - mesmo que um tanto frágeis - dadas os positivos fundamentos que esta mercado tem neste momento
"De curtíssimo prazo, aguardamos alguns relatórios importantes do ponto de vista fundamental. Daqui a algumas horas, o relatório de exportações semanais americanas e, na terça-feira, o de intenção de plantio e estoque trimestral nos EUA", diz Steve Cachia, consultor da Cerealpar e da AgroCulte. "Mais um dia de trabalho em cenario de incertezas como nunca visto antes na nossa geração", completa.
No Brasil, os preços da soja permanecem historicamente altos, apontando para uma manutenção dessa firmeza dados os seus próprios fundamentos. Já há um elevado percentual da safra atual comercializada e comprometido com as exportações, demanda interna aquecida e um dólar ainda acima dos R$ 5,00.
Veja como fechou o mercado nesta quarta-feira:
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