Soja recua em Chicago nesta 3ª com nova melhora das lavouras dos EUA informada pelo USDA

Publicado em 04/08/2020 07:45 e atualizado em 04/08/2020 08:17 824 exibições

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O mercado da soja opera com leves baixas na Bolsa de Chicago na manhã desta terça-feira (4). Os futuros da oleaginosa, por volta de 7h50 (horário de Brasília), recuavam entre 4 e 4,50 pontos nos principais contratos, com o agosto valendo US$ 8,93 e o novembro, US$ 8,91 por bushel. 

Mais uma vez os traders refletem, segundo analistas e consultores internacionais, o aumento no índice de lavouras de soja em boas ou excelentes condições pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no final da tarde de ontem, depois do fechamento dos negócios. 

O índice de campos da oleaginosa em condições boas ou excelentes passou de 72% para 3% até o último domingo (2). São ainda 21% das lavouras em condições regulares, contra 22% da semana anterior, e manutenção dos 6% em condições ruins ou muito ruins. 

85% da soja norte-americana está em fase de floração, contra 76% da semana anterior, 68% de 2019 e 82% de média dos últimos cinco anos. 59% dos campos estão em formação de vagens, enquanto eram 43% na semana passada, 32% no ano anterior e 54% de média plurianual. 

"Há problemas, há alguns talhões que sofrem com a estiagem, mas a grande maioria da soja e, principalmente do milho, se desenvolvem muito bem", explica o diretor da ARC Mercosul, Matheus Pereira. "E há uma tendência de aumento de produtividade nos EUA para as duas culturas", completa. 

Paralelamente, o mercado internacional também segue atento à demanda pela soja norte-americana. Ontem, o USDA trouxe o anúncio de uma nova venda de 260 mil toneladas para destinos não revelados e os traders acreditam se tratar da China. 

Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:

>> Soja 2020/21: ARC Mercosul estima aumento de 3,81% na área e 65% da safra já comercializada

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Por:
Carla Mendes | Instagram @jornalistadasoja
Fonte:
Notícias Agrícolas

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