Soja: Cotações futuras recuam pela terceira sessão seguida em Chicago

Na Bolsa de Chicago (CBOT), os vencimentos da soja operam com leves baixas na nesta quarta-feira (30). Os principais contratos trabalhavam com baixas de 2,75 pontos, por volta das 08h53 (Horário de Brasília). O Novembro/20 estava precificado a US$ 9,90 por bushel e o Janeiro/21 estava cotado a US$ 9,94 por bushel.
Segundo as informações do site Successful Farming, as cotações da soja seguem recuando pela terceira sessão consecutiva, já que a colheita contínua avançada em meio ao clima seco em grande parte do Meio-Oeste. “Cerca de 20% da safra de soja foi colhida no domingo, ante apenas 6% sete dias antes e à frente da média de cinco anos anteriores de 15% para esta época do ano, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) disse em um relatório no início desta semana”, reportou o Tony Dreibus.
De acordo com as informações da Agrifatto Consultoria, a ausência de novas compras chinesas segue a preocupar o mercado de soja norte-americano, que não consegue achar motivações para imprimir novo rally de alta. “Sem grandes novidades surgindo no radar, o preço da soja na CBOT recuou 0,33% no vencimento para novembro/20, ficando cotada a US$ 9,93/bushel”, informou a consultoria.
Em entrevista ao Notícias Agrícolas, o analista da Granoeste Corretora de Cereais, Camilo Motter, destacou que os preços no mercado interno continuam em recordes nominais e são alavancados pelas exportações em ritmo acelerado. A variação cambial, que finalizou o dia em R$ 5,64 por dólar, também contribuiu para cotações elevadas.
Leia Mais:
0 comentário
Soja volta a subir em Chicago nesta 6ª, com petróleo em alta e ajustes de posições; portos do BR estáveis
Soja em Chicago, prêmio e dólar em queda nesta 5ª feira pesam sobre preços e novos negócios no Brasil
Soja segue em queda na Bolsa de Chicago nesta 5ª, acompanhando baixa dos grãos
Soja tem dia de queda em Chicago com movimento puxado pelo recuo do óleo de soja
Soja recua em Chicago nesta manhã de 4ª feira, se ajustando após dias de volatilidade
Acordo China /EUA, preço do petróleo e clima na safra americana seguem no radar do mercado