Com força do clima adverso na América do Sul e da demanda, soja tem novas altas em Chicago nesta 3ª

Nesta quarta-feira (18), o mercado da soja segue operando em campo positivo na Bolsa de Chicago e, por volta de 9h30 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 4 e 7,25 pontos, com os ganhos mais expressivos nas posições mais próximas. O janeiro/21 tinha US$ 11,77 por bushel. O julho/21, todavia, era negociado a US$ 11,64.
Segundo explicam analistas e consultores de mercado, o andamento dos preços continua refletindo o clima adverso no Brasil e em mais partes da América do Sul, bem como a demanda forte nos EUA tanto externa, como internamente. Enquanto tudo isso vai se intensificando, os traders acompanham a oferta limitada nas principais origens mundiais da oleaginosa.
Os atuais patamares na CBOT são os mais elevados desde 2016 e os estoques finais norte-americanos estimados em 5,2 milhões de toneladas, um dos mais baixos da história do país.
"O mercado de grãos espera por uma confirmação dos rumores de mais compras da China nos EUA. Na outra ponta, há uma preocupação que se renova com o clima para as novas safras da América do Sul até dezembro. E complementando o cenário positivo para os preços há ainda o otimismo causado pela esperança com as vacinas contra o coronavírus", explicam os analistas do portal internacional Allendale, Inc.
Veja como fechou o mercado nesta terça-feira:
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