Soja: Mercado em Chicago tem início de 6ª feira tranquilo e com estabilidade após semana agitada

Nesta sexta-feira (26), os preços da soja têm estabilidade na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa, por volta de 7h10 (horário de Brasília), as cotações registravam pequenas baixas entre 1,25 e 2 pontos nos principais contratos, com o maio valendo US$ 14,12 e o julho, US$ 14,02. O setembro/21, que já começa a refletir a nova safra americana, tinha US$ 12,63.
O mercado teve uma semana bastante agitada, com bastante influência do mercado financeiro - principalmente do petróleo - e do mercado de derivados, com mais força o óleo de soja.
Aos poucuos, os traders também se viram na transição da conclusão da safra da América do Sul para a nova dos EUA, se preparando para a divulgação do relatório Prospective Plantings, do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no dia 31 de março.
Mais do que isso, observam ainda o cenário climátipco para o país, que já deu início ao seus trabalhos de campo, com o plantio do milho começando nas regiões mais ao sul dos EUA.
Nesta sexta, recuam também os futuros do trigo na CBOT, enquanto as demais commodities sobem e de forma expressiva. Na Bolsa de Nova York, os futuros do petróleo WTI têm avanço de quase 2%, seguidos pslo algodão e pelo café, com altas de mais de 1,5%. O dólar index, que ontem estava disparado, hoje corrige e tem leve recuo frente a uma cesta de moedas.
Veja como fechou o mercado nesta quinta-feira:
+ Soja fecha a 5ª feira caindo até 18 pontos com desaceleração das exportações e dólar alto
0 comentário
China ainda precisa comprar 19 mi de t de soja até agosto e BR como principal origem dá suporte aos prêmios
Exportação de soja do Brasil salta 12,5% na média diária de abril; café e algodão também avançam
Farelo dispara mais de 3% e soja tem altas de dois dígitos na Bolsa de Chicago nesta 2ª feira
Soja/Cepea: Oferta sustenta liquidez; preço se estabiliza
Soja sobe em Chicago nesta 2ª feira, na esteira de bons ganhos do farelo e de olho na geopolítica
Mercado brasileiro tem semana de negócios ainda muito limitados pelo dólar baixo e margens ajustadas