Soja volta a subir em Chicago nesta 5ª feira com poucas chuvas e calor intenso na América do Sul
![]()
Manhã de quinta-feira (16) de altas para os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago. As cotações subiam de 8 a 10,50 pontos nos contratos mais negociados, por volta de 7h55 (horário de Brasília), levando o janeiro aos US$ 12,73 e o maio aos US$ 12,81 por bushel, depois do fechamento estável da sessão anterior.
O mercado segue focado no clima da América do Sul e nas previsões indicando chuvas escassas para os próximos dias, além de temperaturas muito elevadas. E esse tem sido o principal combustível para o avanço dos preços, porém, insuficiente para, segundo analistas e consultores de mercado, definir uma tendência de alta para a commodity.
De acordo com os especialistas, embora este seja o foco dos traders, as perdas na safra da América do Sul ainda não foram absorvidas pelo mercado internacional, o que deverá acontecer somente em janeiro, limitando as cotações ainda em um intervalo já conhecido.
"Mercado está oscilando em cima dos US$ 12,50, olhando para o clima na América do Sul e a demanda chinesa. Não há nenhuma novidade forte", explica Luiz Fernando Gutierrez, analista da Safras & Mercado.
Ainda nesta quinta, atençao também às vendas semanais para exportação a serem divulgadas pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), bem como ao mercado de derivados, com ganhos no farelo e no óleo de quase 1% nesta manhã.
Veja como fechou o mercado nesta quarta-feira:
0 comentário
Com mercado aquecido, comercialização da soja 26/27 do Brasil chega a 29,1% e supera média
Soja aprofunda perdas em Chicago com baixas mais fortes também no óleo e no trigo nesta 6ª
Soja pisa no freio em Chicago após semana de fortes oscilações; mercado busca definir direção
Soja inverte o sinal em Chicago, fecha em alta e mantém janela aberta às vendas no Brasil
China acelera compras nos EUA para o ritmo mais rápido em 4 anos e sustenta altas da soja em Chicago
Preços da soja 26/27 têm melhor semana da temporada e negócios aceleram no Brasil