Soja: Movimento de baixa pós estimativa de área recorde nos EUA continua nesta 6ª feira em Chicago
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O movimento de queda entre os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago continua nesta sexta-feira (1), depois da divulgação das estimativas do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) ontem de uma área recorde para a oleaginosa na safra 2022/23. As cotações perdiam de 6,25 a 11,50 pontos nos principáis contratos, com os mais distantes, naturalmente, refletindo as perdas mais intensas.
Assim, o maio tinha US$ 16,11 e o julho, US$ 15,88 por bushel. A projeção do USDA é de que 91 milhões de acres - 36,38 milhões de hectares - sejam destinados à oleaginosa nesta nova temporada.
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O mercado, portanto, segue pressionado, começando a dar cada vez mais espaço à nova safra dos EUA e ao clima norte-americano, que será determinante para o andamento dos preços a partir das próximas semanas.
Entretanto, permanecem no radar dos traders os desdobramentos da guerra na Ucrânia, o comportamento da demanda chinesa - e os impactos dos novos lockdowns -, bem como a oferta muito apertada na América do Sul depois da quebra severa causada pela seca na safra 2021/22.
Ainda nesta sexta, recuam os futuros do óleo de soja na CBOT, enquanto o farelo opera estável, testando leves perdas. O milho realiza lucros e o trigo sobe mais de 2%.
Veja como fechou o mercado nesta quinta-feira:
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