Soja recupera parte das últimas baixas e sobe nesta 2ª em Chicago, redefinindo sua rota
![]()
O mercado da soja começa a semana em campo positivo na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa corrigem parte das baixas da semana passada e, por volta de 7h50 (horário de Brasília), subiam entre 5,50 e 9,75 pontos, com o julho sendo cotado a US$ 13,99 e o agosto a US$ 13,25 por bushel.
A soja acompanhava as altas do trigo, de mais de 2% na manhã desta segunda-feira (15) na CBOT, de olho não só nos seus fundamentos de oferta e demanda - em especial os problemas nas safras americanas - mas também no acordo na região do Mar Negro que pouco progride e não deve ser renovado no dia 18 de maio.
Segundo a especialista internacional em commodities, Karen Braun, os fundos deram uma pausa em suas vendas de posições no mercado internacional de grãos e vão agora terminar de digerir os números que foram reportados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na última sexta-feira (12).
Leia mais:
+ USDA estima safra global 2023/24 de soja em mais 400 milhões de t e China importando 100 mi
+ USDA estima safra 2023/24 de milho em mais de 387 mi de t, acima da média esperada pelo mercado
+ USDA vê safra 23/24 de algodão dos EUA em 15,5 mi de fardos; acima do previsto no ciclo 22/23
Assim, aos poucos o mercado deverá ir definindo sua direção frente a este novo cenário que indica um aumento considerável nos estoques americanos e globais de grão, ao passo em que acompanha o clima e o desenvolvimento da nova safra americana, principal foco dos traders agora.
Veja como fechou o mercado na última sexta:
0 comentário
Soja volta a subir em Chicago nesta 6ª, com petróleo em alta e ajustes de posições; portos do BR estáveis
Soja em Chicago, prêmio e dólar em queda nesta 5ª feira pesam sobre preços e novos negócios no Brasil
Soja segue em queda na Bolsa de Chicago nesta 5ª, acompanhando baixa dos grãos
Soja tem dia de queda em Chicago com movimento puxado pelo recuo do óleo de soja
Soja recua em Chicago nesta manhã de 4ª feira, se ajustando após dias de volatilidade
Acordo China /EUA, preço do petróleo e clima na safra americana seguem no radar do mercado