Soja: Mercado caminha de lado à espera de novas notícias e sem desviar foco do clima na AMS
![]()
O mercado da soja trabalha em campo misto na manhã desta quarta-feira (20) na Bolsa de Chicago, ainda à espera de novas notícias. Perto de 7h30 (horário de Brasília), os primeiros vencimentos subiam de 0,50 a 3,75 pontos - com o janeiro valendo US$ 13,16 - e os demais perdiam de 0,50 a 1 pontos, com o maio sendo cotado a US$ 13,32 por bushel.
O clima na América do Sul é principal ponto de atenção do mercado, já que será determinante na definição do tamanho da safra 2023/24. Há ainda muitas incertezas sobre o desenvolvimento das lavouras e quanto o Brasil, principalmente, deixará de trazer ao mercado. No entanto, precisa de novas informações para definir melhor sua direção.
As previsões indicam condições melhores para os próximos dias em áreas importantes de produção, porém, elas precisam se confirmar para começar a provocar alguma recuperação nos campos. Até lá, o mercado sabe que muito ainda pode acontecer e mais potencial produtivo ainda a soja brasileira pode perder.
Para o analista de mercado e diretor geral do Grupo Labhoro, Ginaldo Sousa, uma produção no Brasil de menos de 150 milhões de toneladas significa preços acima dos US$ 14,00 na Bolsa de Chicago.
Atenções também sobre a demanda - que segue muito presente no mercado norte-americano - e no comportamento dos fundos investidores nesta reta final do ano.
Veja como fechou o mercado nesta terça-feira:
0 comentário
Soja ensaia reação e opera com leves altas em Chicago nesta 4ª feira após realização de lucros
Soja se mantém no patamar dos R$ 150 nos portos do BR, apesar de realização de lucros em Chicago
Soja recua em Chicago nesta 3ª feira após altas expressivas e melhora nas lavouras dos EUA
Mesmo mais cara, soja dos EUA atrai China por 'política' e logística, mas Brasil garante janela firme e prêmios altos
Soja dispara mais de 20 pontos em Chicago e renova máximas em nove semanas nesta 2ª feira
Importações de soja dos EUA pela China caem 21% em junho; embarques do Brasil sobem 14%