Soja sobe timidamente em Chicago nesta 4ª, de olho no clima dos EUA e acompanhando ganhos do farelo
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O dia é positivo para o complexo soja na Bolsa de Chicago, porém, com oscilações limitadas entre grão, farelo e óleo no início da tarde desta quarta-feira (16). Os futuros da soja subiam de 1,25 a 3,50 pontos nos principais vencimentos, perto de 12h50 (horário de Brasília), com o maio sendo cotado a US$ 10,37 e o agosto a US$ 10,45 por bushel. No farelo, os ganhos eram de quase 1% nas posições mais negociadas.
Embora o mercado tenha uma série de notícias para continuar digerindo, os traders ainda optam por certa cautela em função da guerra comercial em andamento, o que ainda faz com que as incertezas sigam permeando os negócios, deixando-os sem uma direção clara e bem definida.
Assim, além da guerra comercial, o avanço da nova safra norte-americana, o clima no Meio-Oeste dos Estados Unidos e a conclusão da safra da América do Sul, bem como o ritmo de comercialização em ambos os países sul-americanos são também fatores de acompanhamento constante do traders neste momento.
Há muitas chuvas previstas para os próximos dias no país, o que está no radar do mercado. "Por enquanto, não é um grande problema, mas pode ser em caso de muita chuvas em maio. O fantasma do ano de 2019 vai ser muito comentado. Naquele ano, o volume total de chuvas para o mês de maio foi mais de 200% acima do normal e o plantio correu mais lento do que o normal", explica o time da Agrinvest Commodities.
O dólar recuando - no Brasil e no cenário externo - é mais um fator de suporte para as cotações não só da soja, mas das commodities agrícolas negociadas na Bolsa de Chicago de uma forma generalizada. Frente ao real, a moeda americana perdia 0,51% para ser cotada a R$ 5,86.
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