Soja volta a cair em Chicago com visita de Trump à China em abril "ameaçada"
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As especulações de que a visita de Donald Trump à China em abril pode estar ameaçada provocou novas baixas nos preços da soja negcoiados na Bolsa de Chicago. Por volta de 13h30 (horário de Brasília), as cotações perdiam de 5,75 a 6,75 pontos nos principais vencimentos, com o março valendo US$ 11,41 e o maio, que é o mais negociado agora, sendo cotado a US$ 11,58 por bushel.
"Um artigo que circula na China dá conta de que a China não estaria preparada para receber a visita de Trump em abril", afirmou a equipe de análises da Agrinvest Commodities.
Mais cedo, as cotações engrenaram um movimento de alta mais forte motivado pela nova disparada do óleo - que segue em alta, registrando ganhos de mais de 1% na CBOT - em função das boas notícias vindas sobre as políticas de biocombustíveis nos EUA. Os futuros do derivado testaram as máximas do ano, acumulando ganhos de 23,5%.
"Hoje Trump deu sinal verde para o aumento das metas de mistura de bios e para a realocação das isenções de mistura das pequenas refinarias, o que está dentro do esperado", afirma a Agrinvest.
A expectativa é que o mercado continue volátil, aguardando novos dados e notícias que possam influenciar os futuros do grão e seus derivados. O clima na América do Sul também é um ponto bastante acompanhado pelos traders, já que o excesso de umidade no Brasil Central e a falta dela no sul do Brasil e na Argentina ainda preocupa.
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