Trigo e óleo perdem força com recuo do petróleo e soja volta à estabilidade em Chicago nesta 6ª
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Após abrirem o dia em campo positivo, os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago voltaram a operar com estabilidade, testando os dois lados da tabela. Por volta de 8h30 (horário de Brasília), o julho subia 1,50 para US$ 11,76, e o setembro perdia 0,25 para valer US$ 11,49 por bushel.
Quem também perdeu força foram o óleo de soja e o trigo, que passaram a recuar ainda na manhã desta sexta-feira, também limitando os ganhos na soja em grão. O milho e o farelo continuam subindo.
Os mercados agrícolas sentiram a virada que o petróleo também registra, com brent e WTI voltando a cair depois de ganhos de mais de !% observadas mais cedo nas bolsas internacionais. Perto de 8h50, o WTI recuava 1,1% para US$ 94,79, e o brent 0,53% para US$ 104,55 por barril.
No cenário macro, a geopolítica segue como um dos principais vetores de influência. As tensões no Oriente Médio continuam elevando os preços da commodity, mantendo a volatilidade nos mercados globais, ao mesmo tempo em que mantém também a cautela redobrada entre os investidores. As informações ainda são incertas, divergem, e não dão clareza sobre as relações entre EUA e Irã, Líbano e Israel, e assim os mercados seguem nervosos.
Outro ponto de atenção está no clima nos Estados Unidos, fator determinante neste momento inicial do desenvolvimento da safra norte-americana. Muitas chuvas que são esperadas para os próximos dias continuam muito forte no radar dos traders.
A expectativa pela reunião entre Donald Trump e Xi Jinping, prevista para o próximo mês, também mantém os investidores em alerta. O encontro pode trazer desdobramentos importantes para o comércio global de commodities, especialmente para a soja.
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