Preços da soja voltam a subir na Bolsa de Chicago nesta 5ª, com escalada das tensões no Oriente Médio
![]()
A manhã desta quinta-feira (28) é de altas para o complexo soja na Bolsa de Chicago. Qeum lidera os ganhos são os futuros do grão, que sobem mais de 0,5% - de 7,25 a 8,25 pontos nos contratos mais negociados - com o julho valendo US$ 11,92 e o agosto, US$ 11,93 por bushel. No farelo e no óleo, os ganhos eram de pouco mais de 0,3% nas principais posições.
O mercado recupera parte das baixas das última sessões, buscando retomar o patamar dos US$ 12,00 por bushel. E embora haja uma atenção reforçada dos traders sobre os fundamentos, os recentes ataques trocados entre EUA e Irã mostram que o Oriente Médio está longe de viver dias de paz e de os dois países firmarem um acordo, o que deixa os demais mercados ainda mais nervosos e voláteis.
Nesta quinta, os preços do petróleo subiam mais de 2%, tanto no brent, quanto no WTI, enquanto caem ouro, prata e cobre, e ao passo em que avança o dólar index frente a uma cesta de outras moedas, movimentos típicos de quando as relações voltam a ficar muito tensionadas entre as nações que estão em guerra.
O estreito de Ormuz segue como um dos pontos mais sensíveis do momento, bem como todas as questões ligadas ao enriquecimento de urânio pelo Irã.
Do outro lado, atenções também sobre o clima no Corn Belt, a reta final do plantio nos EUA, o comportamento da demanda e o ritmo da comercialização nas principais origens.
0 comentário
Soja tem boas altas em Chicago nesta 5ª feira, mesmo com USDA trazendo poucas novidades
China compra mais 264 mil t de soja dos EUA em onda de 'aquisições políticas'; BR segue mais competitivo
Soja opera com cautela e leves baixas nesta 6ª feira, à espera dos novos números do USDA
Preços da soja permanecem firmes no BR, se equilibrando entre variáveis do mercado e apesar da baixa em Chicago
Apesar de fundamentos fortes, soja realiza lucros em Chicago e fecha 5ª feira com baixas de dois dígitos
China volta às compras de soja dos EUA, mas mercado vê movimento mais político do que comercial