Soja ainda sobe em Chicago nesta 6ª, se ajustando após pressões e de olho no clima dos EUA
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O mercado da soja segue operando em campo positivo, mas ainda registrando leves ganhos apenas na sessão desta sexta-feira (7) na Bolsa de Chicago. Por volta de 13h20 (horário de Brasília), as cotações subiam de 2,50 a 3,50 pontos, levando o novembro a US$ 11,80 e o janeiro/27 a US$ 11,95 por bushel.
O mercado encontra suporte nas recompras de posições por parte dos traders, após as baixas fortes, embora o cenário fundamental com foco total sobre o clima no Corn Belt, que tem se mostrado favorável à produção norte-americana.
Além disso, operadores seguem monitorando o ritmo da demanda internacional, principalmente por parte da China, que continua sendo um dos principais direcionadores do mercado. Somente nos últimos dias, a nação asiática comprou mais de 800 mil toneladas de soja da safra nova no mercado norte-americano, com mais anúncio feito nesta sexta-feira de vendas de 238 mil toneladas.
Apesar da reação das cotações, o clima no Meio-Oeste dos Estados Unidos permanece como o principal fator de pressão sobre os preços. As previsões continuam indicando boas condições de umidade e temperaturas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, justamente em uma fase decisiva para a definição do potencial produtivo da safra 2026/27. Esse cenário limita movimentos mais intensos de alta e mantém o mercado mais cauteloso.
Os investidores também permanecem atentos ao novo boletim mensal de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz na semana que vem, focando, principalmente, dados de área, produtividade e exportação.
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