Brasil e Ìndia devem se unir para tornar etanol uma commodity global, diz ministro Bento Albuquerque
Brasil e Índia, os dois maiores produtores de cana-de-açúcar no mundo, devem se unir para globalizar o etanol, de acordo com o ministro de Minas e Energia brasileiro, Bento Albuquerque. Durante apresentação em Nova Délhi com presença do ministro de Energia e Recursos Novos e Renováveis da Índia, Raj Kumar Singh, Albuquerque afirmou, de acordo com comunicado do MME: "O Brasil é o maior produtor mundial de etanol de cana-de-açúcar; a Índia possui a maior indústria de açúcar do mundo. Proponho que unamos nossos esforços para tornar o etanol uma commodity global”.
Ele destacou que o Brasil tem grandes oportunidades para investidores, inclusive nos setores de petróleo e gás - os investimentos projetados para os setores nos próximos 30 anos chegam a R$ 1 trilhão.
Albuquerque estimou, ainda, que a demanda brasileira por energia cresça 3,8% ao ano até 2029, e disse que o desafio do País é unir a segurança energética ao desenvolvimento sustentável - a meta é que energias renováveis representem 48% do total do País até 2029.
Além do etanol, o ministro citou uma série de outras matrizes energéticas para diversificar as fontes do país, como eólica e nuclear - essa última teria passado a ser prioridade no governo atual em decorrência das amplas reservas de urânio do País e das baixas emissões. "O futuro é diversificação", disse ele.
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