Açúcar recua mais de 2% em NY e Londres acompanhando bom avanço da safra do BR
![]()
As cotações futuras do açúcar caem mais de 2% nas bolsas de Nova York e Londres nesta tarde de quinta-feira (29), apesar de buscarem recuperação pela manhã. O mercado segue pressionado pelo otimismo com a safra 2023/24 do Centro-Sul do Brasil e o clima.
No financeiro, o petróleo e o câmbio contribuem com as perdas.
Por volta das 12h32 (horário de Brasília), o vencimento mais negociado do açúcar bruto na Bolsa de Nova York tinha queda de 2,21%, cotado a 22,10 cents/lb. Em Londres, o primeiro contrato operava com baixa de 2,01%, a US$ 614,80 a tonelada.
Apesar de buscar recuperação pela manhã, a pressão dos últimos dias segue vindo do avanço da colheita e da moagem da safra 2023/24 de cana do Centro-Sul e clima benéfico pelo menos até início de julho na principal região produtora do país.
"Os preços do açúcar já caíram acentuadamente na semana passada devido às previsões climáticas favoráveis no Brasil, que reduziram as chances de geadas prejudiciais e abriram caminho para uma colheita mais rápida", disse o Barchart.
No financeiro, o mercado também sente pressão. O petróleo recua cerca de 1% nesta tarde, o que tende a impactar na decisão das usinas sobre a produção, e o dólar tinha alta sobre o real, encorajando as exportações das commodities agrícolas.
0 comentário
Açúcar encerra semana em baixa com perspectiva de excesso global de oferta
Vendas no Centro-Sul atingem 1,33 bilhão de litros nos primeiros quinze dias de janeiro
Exportações de açúcar fecham janeiro com queda de 27,2% no faturamento frente a 2025
Fixação de preço do açúcar do Brasil em NY atinge 38%, abaixo do ano anterior, diz Archer
Açúcar amplia perdas em NY e Londres com expectativa de excesso de oferta global
Centro-Sul deve impulsionar novo ciclo de excesso de oferta no mercado global de açúcar, avalia Hedgepoint